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Fintechs brasileiras focam no uso de inteligência artificial nas operações



O cenário atual das fintechs é a constante busca de maior produtividade e de resultados comerciais, principalmente após a redução dos volumes de capital de risco disponíveis para novos aportes. Com isso, as inovações tecnológicas se tornam ainda mais relevantes, e as empresas do setor precisam estar sempre atentas às novas tecnologias que podem melhorar a performance e competitividade da empresa. 

O uso de tecnologia nas fintechs, mais precisamente da Inteligência Artificial, não é mais exceção e sim a regra. E a busca por processos mais ágeis faz o público buscar por opções desburocratizadas, como as que são propostas pelas empresas de serviços financeiros baseados em tecnologia.

A pesquisa da GlobeNewswire, aponta para um valor de mercado (dos sistemas de pagamentos online) que chega aos US$ 305 bilhões até 2025. A notícia sinaliza uma crescente relevância do setor. Diante disso, os recursos de Inteligência Artificial (IA) entram de vez em cena como fator competitivo para as fintechs, como explica Douglas Barrochelo, CEO da Biz.



A fintech viabiliza às empresas financeiras optarem por um único parceiro, que oferece tecnologia e uma estrutura de produtos e serviços em meios de pagamento. Na Biz, cada cliente pode escolher os produtos e serviços necessários para o seu negócio, a fim de obter um ecossistema financeiro próprio que atenda todas as necessidades, tailor made. Essa conjuntura permite o avanço do core business das empresas que desejam ser seus próprios bancos, e fazer uso de IA é uma opção.

Um levantamento da consultoria McKinsey realizado em 2018, afirma que o uso da IA poderá gerar em torno de US$ 13 trilhões globalmente até 2030, quando o seu uso deverá estar mais consolidado em diversas indústrias. Hoje ela já é aplicada pelas startups do setor financeiro para detectar fraudes, fazer o atendimento ao cliente, automatizar processos, realizar a análise de crédito e ter um gerenciamento de risco mais otimizado, mas as funções podem ser aprimoradas a cada ano.

Douglas Barrochelo explica que o atual debate das possibilidades de uso dos recursos de IA já estão presentes dentro da Biz, que os utilizam no dia a dia dos desenvolvedores e contabilizam resultados significativos. São 60% do time utilizando o recurso dentro da empresa, colaborando para o desenvolvedor a escrever cerca de 20% dos códigos fonte, o que já reduziu em 47% o tempo de andamento dos projetos. Além disso, o executivo explica que esta tecnologia pode ser utilizada por qualquer área da empresa, e não só pelo time tech. “Sem dúvidas, a Inteligência Artificial é o futuro para as fintechs”, afirma o CEO.

Grandes players do mercado de tecnologia, como Amazon, LG, SpaceX, Cisco, Intel, Sony, Zendesk, também utilizam tais recursos de IA, e na Biz, após a tecnologia ser testada e aprovada pela equipe de desenvolvedores, ela está em uso há cerca de três meses, e tem auxiliado o time tech.

“É como se o desenvolvedor estivesse conversando com a IA, e ela vai colaborando na otimização do tempo. O trabalho, por vezes, chega a ser repetitivo, então a ferramenta veio para complementar. Ela vai aprendendo os padrões usados, e com isso o time ganha mais velocidade e qualidade na hora de programar e desenvolver um código”, explica Alexandre Cassiano, CTO da Biz.

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