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Seu app para transformar a experiência de viajar pode ter uma ajuda da Sabre

A Sabre Corporation, um dos principais fornecedores de tecnologia para a indústria global de viagens, anuncia a primeira edição Brasileira de seu hackathon (encontro de desenvolvedores, programadores e especialistas em computação), denominado DestinationHack Brasil. O encontro é dedicado à utilização da API da plataforma Sabre Dev Studio, e ocorrerá no final de semana, entre 6 e 8 de novembro.

O DestinationHack Brasil fará parte da São Paulo Tech Week, o principal evento na América Latina a oferecer workshops, conferências e “hackathons” em uma semana repleta de atividades voltadas à inovação e empreendedorismo. A maratona de desenvolvedores, organizada pelo Sabre, também conta com apoio do Start-Up Brasil, um programa do governo federal que já apoiou mais de 183 startups em todo o pais.

Durante o final de semana, os desenvolvedores se reunirão no campus do Distrito Venture-Building em São Paulo, e serão desafiados a pensar de forma inovadora para criar tecnologia e apps com o potencial de reinventar o conceito de viagens para milhões de consumidores. A competição incluirá prêmios de até R$10 mil e a oportunidade de…[MAIS]



RedHat faz outdoor com 63 pessoas e mostra poder da colaboração

Uma ideia simples da empresa de software livre Red Hat viralizou na internet nesse começo de semana. A companhia usou 63 pessoas para construir o que está sendo considerado o primeiro outdoor movido a humanos. A propaganda é semelhante aos painéis formados por torcedores em estádios e já foi usada em outros momentos, mas nunca numa ação voltada exclusivamente ao marketing.

O objetivo por trás disso é divulgar a empresa como uma fornecedora de softwares livres, que possui uma imensa comunidade de fãs e, de quebra, está intimamente ligada aos conceitos de colaboração nos processos de negócios. E parece que deu certo.

As 63 pessoas usadas no painel simplesmente ficaram virando as plaquetas. Com isso as mensagens eram mostradas. A ação foi filmada e fotografada para ser…[MAIS]



Para usuários, assistir vídeos em dispositivos é tão importante quanto ver TV

Facilidade e diversidade são as palavras que melhor descrevem a forma que a audiência brasileira prefere assistir vídeos pela internet. Foi o que o estudo “AdReaction: Criatividade em Vídeo no Mundo Digital“, realizado pela agência de pesquisa de mercado, Millward Brown, revelou. A pesquisa analisa o consumo de vídeos em diferentes telas (televisão, smartphone, computador, etc) e as implicações para os anunciantes.

O estudo comprovou que as telas digitais são tão importantes quanto a televisão, já que os usuários multitelas passam quase o mesmo tempo assistindo a vídeos online, quanto assistindo TV. Apesar da grande oportunidade que as plataformas digitais demonstraram ter para os anunciantes, o AdReaction indica, que os brasileiros mostram menor aceitação à publicidade online: em computadores (32% são favoráveis), em smartphones (30%) e tablets (26%). Já em relação à publicidade na TV, o brasileiro tem uma receptividade maior, com 46% dos usuários mais favoráveis, ultrapassando em 14% a média global, onde 32% são favoráveis à propaganda em TV.

“Não podemos pensar as campanhas para plataformas online e offline da mesma forma, é preciso respeitar o que os usuários preferem em cada contexto. O aprendizado trazido pelo AdRection nos ajuda nesse processo porque, na medida em que aprendemos como o consumidor se comporta no meio digital, poderemos planejar e desenvolver comunicações para o online mais eficientes e eficazes”, afirma Valkiria Garré, CEO da Millward Brown no Brasil.

Os especialistas da Millward Brown apontam algumas formas dos profissionais de marketing ultrapassarem as barreiras atuais:

– Os consumidores são receptivos ao targeting, mas não querem se sentir vigiados. Os usuários estão mais abertos a assistir peças publicitárias que levam em conta seus interesses pessoais (48%) e suas preferências de marca (47%), mas em geral são menos favoráveis aos anúncios baseados unicamente em seu histórico de busca e navegação na internet, sem uma análise mais profunda.

– Querem se sentir respeitados e no controle. O anunciante precisa ganhar o direito de ter a atenção do consumidor. A pesquisa aponta que 66% dos brasileiros são mais favoráveis ao formato que oferece a alternativa de parar a transmissão do anúncio (“pulo”) em dispositivos móveis. O pulo em pre-roll tem 48% de favorabilidade e o pulo de pop-up em mobile chega a 46%. Para 49% dos brasileiros, a publicidade nesses canais também é aceitável se houver uma recompensa interessante.

– O conteúdo ainda é o rei. O estudo AdReaction concluiu que o processo de criação deve contemplar o formato “digital” desde o início para otimizar a penetração dos anúncios em todas as telas. Mesmo que o formato “skippable” (que permite o “pulo”) seja um desafio criativo, é o preferido dos usuários. Por isso o conteúdo é a melhor maneira de prender a atenção do consumidor: 34% dos usuários aceitam bem elementos de humor e 28% preferem que a marca estabeleça sua proposta rapidamente, aumentando o impacto do anúncio.

O AdReaction analisou o uso e o comportamento de 13.500 consumidores, usuários de multitelas em 42 países, com idades entre 16 e 45 anos. Os resultados apresentados na pesquisa ajudam a compreender como, onde e por que as pessoas veem vídeos, quando elas estão receptivas à publicidade e quais as abordagens funcionam melhor em cada tela.

 



BYOD e WYOD: o futuro da sala de reunião

* Por Marcel Briant

Muito tempo é gasto em reuniões. E quando essas reuniões não são produtivas, fica mais evidente tanto o tempo gasto pelos envolvidos, como o dinheiro desperdiçado pelas corporações. Sobre essa situação, uma pesquisa realizada pela revista americana PFM levantou alguns pontos sobre os quais vale a pena refletir.

A pesquisa mostra, por exemplo, que 65% dos funcionários gastam entre 25 e 50% do seu tempo em reuniões de negócios, que 60% dos entrevistados têm problemas com follow-up após as reuniões, que 45% têm problemas com a tecnologia utilizada durante a reunião e que 75% dos respondentes acham que seria muito importante poder mostrar o conteúdo de seus tablets ou smartphones durante essas reuniões.

Essas constatações mostram a necessidade de se discutir sobre a adequação e o futuro das salas de reunião. E, além disso, de se avaliar a relevância de três fatores em particular: aplicações móveis, computação em nuvem e tecnologias que melhorem a experiência virtual.

Parte importante da atual transformação no ambiente corporativo, o conceito de BYOD (Bring Your Own Device) vem sendo impulsionado principalmente…[MAIS]



Efeito do CEO na empresa pode ser mero acaso

Por vezes surgem artigos publicados em revistas destacando um tal de “efeito CEO”. São textos agradáveis de ler e motivam a acordar cedo para enfrentar os desafios do mundo corporativo, seja porque você tem confiança no executivo principal da empresa ou porque você é esse líder máximo.

Mas um estudo da Texas A&M University, publicado no Strategic Management Journal, o pesquisador e professor de gestão empresarial, Markus Fitza, põe sérias dúvidas sobre esse tal “efeito CEO”. Denominado “The use of variance decomposition in the investigation of CEO effects: How large must the CEO effect be to rule out chance?“, o paper levantou dados estatísticos de 1.500 das maiores empresas americanas entre 1993 a 2012 e descobriu que apenas uma fração do desempenho delas pode ser atribuída ao CEO.

O pesquisador ficou interessado pelo tema ao notar que havia diferenças de estilos de comando entre os chefes das grandes companhias e muitas ideias de sucesso não se mostravam realmente efetivas quando replicadas conforme recomendadas. Havia também a questão do acaso. Forças e movimentos do mercado que não foram previstas agiam de forma diferente não importava se o CEO era considerado bom ou péssimo.

Outra análise que baseou o estudo é a chamada ‘regressão para a média’. Nesse fenômeno estatístico, em um período de tempo suficientemente longo os resultados positivos ou negativos tendem a…[MAIS]



O que estamos tentando provar destruindo iPhones em maluquices?

Já fizeram misérias com um iPhone em testes publicados em vídeos no YouTube. Desde seu primeiro modelo, o smartphone da Apple vem sendo submetido aos mais duros experimentos malucos por pessoas que desejam provar algo. O que elas querem mostrar ainda é uma incógnita e motivo de polêmicas discussões. Mas o resultado é sempre o mesmo: mais um aparelho destruído.

Ao longo de sua história, o iPhone já foi moído em liquidificadores, frito com coca-cola, jogado dentro da lava de vulcão, arremessado por janelas, etc. O mais novo vídeo a rodar a internet com testes desse tipo usa um iPhone 6S, que custa R$ 4 mil, no Brasil, e boro. Este elemento químico é…[MAIS]



Internet das coisas: “o desafio é reciclar a visão do que é TI”, diz Citrix

A internet das coisas (IoT) deixou de ser tendência e é preciso urgentemente entendê-la como modelo de negócio para transformar produtos e empresas. A dica é dada pelo diretor-geral da Citrix no Brasil Luis Banhara, em conversa exclusiva com o VOIT. Para o executivo, o mercado de TI deve tratar a IoT como uma nova fase, empresas e clientes já pensam de um modo diferente e o desejo atual é: “de nada adianta ter um dispositivo se ele não está conectado”.

Para o executivo, há uma mudança de conceitos com a IoT. “Ela permite que estejamos ‘plotados’ dentro desse mundo conectado”, diz. E isso não é força de expressão. Quando criamos esse quadro de que tudo está ligado entre si, com a internet, conosco e com outras pessoas, é exatamente isso. Não é exagero. A internet das coisas é, como o próprio nome diz, um monte de coisas gerando e transmitindo informações.

E não há nada mais explicativo do que definir isso como “coisas”, porque é exatamente isso. São as mais diversas coisas na IoT. Que coisas? Absolutamente qualquer coisa. “Com isso, o desafio urgente é a integração, já que são várias tecnologias diferentes e elas precisam…[MAIS]



Finalmente criaram um robô quase humano. Ele é carente e chato

O futuro da inteligência artificial pode não ser aquela maravilha que os otimistas esperam nem o apocalipse das máquinas dominando o mundo. Em vez disso, o cenário de daqui a alguns anos pode simplesmente ser um chute nas partes baixas. Nossa utopia de robôs inteligentes está seriamente comprometida com o novo Talking Ally.

O robozinho, construído pelo Laboratório de Design de Comunicações e Interações da Universidade de Toyohashi, no Japão, assemelha-se a um abajur. Lembra muito com aquele que a Pixar utiliza na abertura de seus filmes. Ele foi feito para interagir com humanos e proporcionar uma experiência enriquecedora de troca de conhecimentos. E ele realmente faz isso, mas é absolutamente irritante.

O Talking Ally, por exemplo, faz barulhos e movimentos intempestivos quando alguém para de falar com ele. Lembra uma criança mimada ou aquele seu amigo chato nas redes sociais. O conjunto de tecnologias e engenharia colocado nele parece tornar essa interação ainda mais devastadora.

O robô tem uma câmera no centro de sua cabeça oval para manter o contato visual com o interlocutor. Outra câmera escondida no que seria o corpo dele é capaz de…[MAIS]



Você tem uma startup para transformar o mercado de seguros?

Pé retrátil

A busca incessante pela digitalização de processos está transformando sociedades e economias em todo o mundo. O mercado de seguros não é diferente. Pesquisas apontam para o crescimento do interesse de empresas do setor por soluções que tragam novas formas de atuação em diversos elos da cadeia. Pensando nisso a Munich Re, uma das maiores resseguradoras do mundo, acaba de abrir inscrições para o inédito programa de aceleração de startup com soluções para esse setor, o Mundi Lab.

Desenvolvido para facilitar a entrada de empresas com produtos aplicáveis aos mercados de seguros e resseguros dentro da estrutura da Munich Re, o Mundi Lab busca por 10 startups digitais em estágio amadurecido e com atuação principalmente na península ibérica e américa latina.

“Esse programa de aceleração desenvolvido pela Munich Re tem características muito interessantes, principalmente para startups em um estágio um pouco mais avançado, pois além de não cederem equity para participarem, terão uma oportunidade incrível de fazer negócios com uma gigante do setor”, afirma Luisa Ribeiro, advisor da Mundi Lab para a América Latina.

Primeira fase (aceleração intensiva de 5 semanas + demo day)
Com duração de 5 semanas, o programa acontecerá quase em sua totalidade dentro da infraestrutura alocada no ‘Madrid International Lab’, espaço de fomento do empreendedorismo e internacionalização da economia local e resultado de uma iniciativa da Câmara Municipal de Madri que atrai startups do mundo todo. Alguns eventos também ocorrerão no Google Campus de Madri.

As startups escolhidas não cedem participação acionária para ingressarem, assim como não têm nenhum custo inicial. Dentre os benefícios disponibilizados às startups destacam-se a oportunidade de contar com mentores – ligados à Munich Re ou Mundi Ventures – destinados individualmente para cada uma delas; diversos workshops; networking com executivos chave do setor e…[MAIS]



A revolução da TI e como não deixá-la obsoleta. É hora do S.M.A.C.

Zoom e foco

Colaborou Gilberto Pavoni Jr.

Nesta quarta e última parte da entrevista exclusiva de Mario Villalta, gerente de território para as Américas do programa IT@Intel, o executivo fala sobre a termo que reúne todas as tendências que estão abalando o mundo da tecnologia corporativa. O SMAC (Social, Mobile, Analytics/Big Data e Cloud) é algo comum para empresas que nasceram com isso, mas é um desafio para quem vem da “antiga geração da TI”.

Reveja a Parte 1 – O CIO está em crise.

Reveja a Parte 2 – Falar de negócio é pouco.

Reveja a Parte 3 – Na TI e no CIO, o “i” é de “inovação”.

Veja agora a Parte 4

 

 

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MicroStrategy e Acrefi fecham parceria para analytics no setor de crédito

A MicroStrategy Incorporated, fornecedora de software empresarial, divulgou uma parceria com a Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi). O objetivo é disseminar o uso de soluções analíticas entre as empresas do setor, tornando-as mais eficientes e rápidas no processo de tomada de decisão e permitindo que explorem o poder dos dados como vantagem competitiva, tirando o máximo proveito das informações. Com o acordo, a MicroStrategy espera ampliar a sua presença no mercado de crédito e financiamentos, considerado um dos principais impulsionadores da economia, especialmente em momentos de crise e instabilidade econômica.

“Ter a habilidade de minerar grande volume de dados e transformá-los, no menor tempo possível, em insights que irão direcionar as suas ações, é vital. As soluções analíticas ajudam muito essas empresas a aproveitarem todas as oportunidades”, diz Cynthia Bianco, presidente da MicroStrategy no Brasil.

A Acrefi foi fundada em 1958 com o objetivo de congregar as empresas do setor de crédito e financiamento, defender seus interesses, fortalecer as relações entre os associados e promover o desenvolvimento de suas atividades. A entidade tem…[MAIS]



O valor dos dados em um mundo impulsionado por informações

* Steve Todd

Até 2024 teremos uma economia da informação totalmente estabelecida, na qual os dados são cruciais para empresas que estão buscando encontrar novas oportunidades de vantagem competitiva de maneira preditiva. Informações com base em padrões serão vendidas, doadas e comercializadas em trocas abertas.

Os mercados de dados facilitarão a transferência de dados entre silos com maior fluidez e as pessoas começarão a negociar seus próprios dados. Já estamos observando vários sinais disso, mas é apenas o começo. Nesse cenário, os dados de sua empresa são importantes — isso é óbvio. Mas qual o grau de importância deles? Como você pode medir o valor de tais dados?

Hoje vamos falar sobre “dados como a nova moeda” e tentar estabelecer um preço. Normalmente seus dados valem o que alguém está tentando pagar por eles. Essa visão transacional simples não conta a história inteira.

Conforme as organizações correm para conhecer e avaliar as oportunidades e os problemas associados ao nosso mundo cada vez mais impulsionado por dados, as empresas estão se deparando com a necessidade de medir com maior precisão o verdadeiro valor desses dados.

Mas não tema, nem tudo é cruel e obscuro. Empresas inteligentes vão tomar notas e se preparar para o futuro por meio da “ arquitetura focada em valor” — entender e criar processos de precificação de negócios e TI na empresa, revelando o verdadeiro valor dos dados. Vejamos alguns exemplos de novas atividades de avaliação de dados que estão sendo executadas pelas organizações hoje em dia.

Os dados passam a ser seu novo produto: um relatório recente sobre inovação no mercado de Big Data, feito pela EMC e pela Capgemini, revelou que 63% dos respondentes consideram que a monetização dos dados pode …[MAIS]



CADE aprova e união Totvs+Bematech já visualiza liderança em varejo

Com a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), a Totvs com a Bematech torna-se o maior e mais completo provedor de soluções de negócio para o varejo do país. O segmento é um dos principais motores da economia brasileira, respondendo por mais de 50% das mais de 4,6 milhões de empresas formalmente estabelecidas no Brasil, segundo dados do IBGE.

Para se tornarem mais competitivos, os varejistas precisam elevar eficiência e aumentar a produtividade, iniciativa que só é possível com a digitalização das empresas. “Estamos em um ano desafiador para as companhias brasileiras. Porém, em momentos econômicos como o atual, a necessidade de se buscar eficiência, competitividade, produtividade e redução de custos se intensifica. A tecnologia passa a ser, então, um fator decisivo para atingir esses objetivos”, destaca Rodrigo Kede, presidente da Totvs.

“A união com a Bematech nos permite oferecer uma solução completa para a digitalização dos…[MAIS]



A revolução da TI e como não deixá-la obsoleta. Na TI e no CIO, o “i” é de “inovação”

Colaborou Gilberto Pavoni Jr.

Na terceira parte da entrevista exclusiva de Mario Villalta, gerente de território para as Américas do programa IT@Intel, o executivo detalha como encaminhar a inovação da empresa e a transformação dos negócios. Ele alerta: “não existem mais projetos de TI. O que existem são projetos de negócio”.  Mesmo assim, a existência da TI nunca foi mais essencial. Mas algo precisa mudar. E, com isso, o “i” do CIO e da TI seria de “inovar”.

Reveja a Parte 1 – O CIO está em crise.

Reveja a Parte 2 – Falar de negócio é pouco.

Acesse a Parte 4 – É hora do S.M.A.C..

Assista agora a Parte 3

 

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Linkedin tem mais usuários adultos e empregados. No Pinterest as mulheres dominam

A rede social LinkedIn é a única dentre as maiores desse segmento a ter maioria de usuários entre 30 e 49 anos de idade. O site é popular entre os adultos em idade de trabalhar, bem como graduados universitários e aqueles com renda familiar relativamente alta. Os números foram levantados em um estudo de demografia digital do PEW Research.

O LinkedIn é a única plataforma de mídia social importante na qual as taxas de uso são mais elevadas entre 30 a 49 anos do que entre os jovens de 18 a jovens de 29 anos. No total, 46% dos adultos online que se graduaram na faculdade são usuários do LinkedIn, em comparação com apenas 9% dos adultos online com um diploma do ensino médio ou menos. O site continua a ser popular entre os empregados – 32% são usuários desta rede, em comparação com 14% dos adultos online que não são empregados.

A diferença é significativa para outras redes, que parecem competir entre os mais jovens. O Facebook tem ampla dominância geral, com 72% dos adultos on line americanos. Mas sua taxa de utilização é maior percentualmente maior entre os entre 18 e 29 anos.

A pesquisa descobriu outras curiosidades entre as maiores redes sociais. No Pinterest, as mulheres dominam. Cerca de 44% das mulheres conectadas usam…[MAIS]



Hacker solitário está tirando do ar páginas racistas e homofóbicas

A figura do hacker tem muitas interpretações. Para alguns, é um criminoso on line que aproveita-se de conhecimentos técnicos especializados para causar prejuízo a empresas, cidadãos e governos. Para outros, é um ativista que usa para o bem todas as suas habilidades. Na verdade, o termo hacker abriga ambos os conceitos e, no geral, tornou-se popular para designar alguém que entende muito de computação e não tem receio de usar esse dom.

Já demos muita notícias sobre os hackers do mal. Desta vez, um hacker está ganhando aplausos e sendo considerado do bem por muitas pessoas e organizações. Usando o apelido de Amped Attacks, esse especialista está tirando do ar páginas racistas e homofóbicas. E, como um herói de filmes e quadrinhos, ele está agindo só e quando menos se espera.

Amped Attacks é especializado em ataques DDoS, um tipo de estratégia que sobrecarrega determinado servidor com tantas ordens quantas forem possíveis até a máquina travar. Essa vulnerabilidade é conhecida e tem meios de ser evitada, mas o alvo desse hacker parece não saber. As páginas racistas e homofóbicas vêm sendo tiradas uma a uma, tornando-as inacessíveis para outros lerem seus conteúdos.

O grito de guerra de Amped Attacks também é conhecido. Nada de “Jerônimo” ou “Para o Alto e Avante”, ele usa a rede social Twitter para…[MAIS]



Bitcoin e moedas virtuais ficam livres de impostos na Europa

Os cidadãos europeus podem comprar e vender bitcoins e outras moedas virtuais sem pagar impostos. A decisão foi tomada pelo Tribunal de Justiça da União Europeia, em um processo que se iniciou na corte da Suécia, em junho. Com isso, as negociações com esse novo tipo de dinheiro digital podem ganhar um impulso definitivo e ainda abrir espaço para novas aplicações de cryptocurrency e blockchain, respectivamente a unidade monetária descentralizada e a tecnologia de controle e funcionamento do sistema.

A discussão já havia ganhado contornos positivos para a aprovação, com um dos advogados gerais da UE dando parecer favorável à liberação das moedas virtuais de qualquer imposto. Um fórum posteriormente dedicado ao assunto foi montado e a ideia inicial de haver taxa cobrada pelas agências tributárias foi sendo esvaziada.

No começo de outubro, vários bancos europeus fecharam um acordo em conjunto para liberarem o bitcoin para compra direta. A medida foi apoiada por 400 instituições financeiras. E isso em uma época de queda da bitcoin. Ontem, 21 de outubro, o tribunal decidiu que o bitcoin e suas irmãs virtuais estão livres para transações.

Com essa determinação, as moedas virtuais estão equiparadas ao dinheiro em…[MAIS]



Trend Micro adquire a TippingPoint, da HP, por US$ 300 mi

A TrendMicro fechou acordo para a aquisição da TippingPoint, de sistemas de prevenção de invasões (NGIPS) e segurança de rede, antes uma marca da HP. . O acordo de aproximadamente US$ 300 milhões engloba tecnologia de segurança, propriedade intelectual, conhecimento da indústria, bem como uma base de clientes composta por grandes empresas.

“Para enfrentar este problema, as organizações precisam de uma defesa em camadas que operem em toda a empresa para enfrentar as ameaças antes, durante e depois de um ataque”, diz Eva Chen, CEO da Trend Micro. “Como um complemento ideal para nossa proteção líder de mercado para data center e endpoints1 , esta nova solução de defesa de rede combina nosso sistema de detecção de brechas de rede best-in-class2 com as capacidades comprovadas de prevenção e resposta contra intrusão da TippingPoint. Dada nossa relação com a tecnologia HP e TippingPoint, estamos animados com a agilidade desta aquisição e o valor que vai gerar para os clientes.”, completa.

Ao combinar detecção de brechas de segurança e prevenção contra intrusões, a Trend Micro está criando uma …[MAIS]



Gartner anuncia pesquisa mundial com CIOs de 84 países e revela mudanças rumo ao “Platform Thinking”

Pesquisa mundial com cerca de 3 mil CIOs é um dos destaques do evento

 

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, afirma que as empresas líderes devem migrar para plataformas pensando em seus modelos de negócios, mecanismos de entrega, talento e liderança para sobreviverem e crescerem. De acordo com a pesquisa global com CIOs realizada pelo Gartner, as implicações da digitalização evidenciam que os modelos de negócios e operacionais estabelecidos não serão suficientes, e que será necessária uma abordagem mais adaptável.

A pesquisa mundial será apresentada durante o Symposium/ITxpo 2015, evento que acontece em São Paulo até quinta-feira desta semana. Foram entrevistados 2.944 CIOs, responsáveis por mais de US$ 250 bilhões em orçamentos de TI em 84 diferentes países. O relatório “Construindo a Plataforma Digital: Agenda CIO 2016″ apresenta uma análise abrangente de oportunidades e ameaças digitais de negócios, e as estratégias do CIO para abordá-las.

Os dados mostram que CIOs de todo o mundo esperam que a receita digital cresça de 16% para 37% do total nos próximos cinco anos. Da mesma forma, os CIOs globais do setor público preveem um aumento de 42% para 77% em processos digitais. Embora o significado das receitas e processos digitais estejam abertos para interpretação, os negócios digitais já demonstram ser uma realidade e espera-se que sejam um aspecto significativo para se obter vantagem competitiva e diferenciação por meio de informações e tecnologia. No Brasil, a maior parte do trabalho de digitalização ainda se concentra em aprimorar os processos operacionais e em esforços de redução de custos devido ao atual momento econômico e político, sinalizando que um grande potencial ainda está por vir – porém não em 2016.

“Hoje estamos profundamente dedicados a era dos negócios digitais, com muitas empresas globais reinventando seus modelos de negócio e de operação com base em capacidades digitais”, diz Alvaro Mello, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner. “Empresas e agências governamentais se parecem cada vez menos a ‘sistemas funcionais’ fixos, e mais a plataformas. Elas dão ao negócio uma base em que os recursos podem se reunir – às vezes rapidamente e temporariamente, às vezes de uma forma relativamente fixa – para criar valor para os clientes e cidadãos. Quando as empresas investem na construção de suas próprias plataformas é porque elas entenderam que também são uma empresa de software”.

“Os principais economistas têm notado o aumento da prevalência de modelos de negócios de plataforma, em que várias redes de interessados geram valor entre si, explorando os efeitos de rede”, diz o analista do Gartner. “Os tecnólogos reconhecem o poder de abordagens da plataforma em tecnologia de informação e arquitetura. A novidade é que as dinâmicas de plataforma estão sendo aplicadas também para criar valor para todo o negócio”.

 

Crie uma plataforma de entrega bimodal

Em 2014, o Gartner afirmou que era essencial ter dois modos de TI, e também de empresa, para lidar com o trabalho previsível e exploratório. Dois anos depois, a pesquisa CIO 2016 constatou que, mundialmente, quase 40% dos CIOs estão na jornada bimodal, com boa parte do restante dos entrevistados planejando fazer o mesmo nos próximos três anos. Organizações brasileiras e latino-americanas estão abaixo da média global: apenas 28% dos CIOs desses países disseram que haviam começado o processo. Esse número é ainda menor do que os resultados do ano passado, por agora haver um melhor entendimento em torno desse conceito relevante, e sobre o que realmente significa ser bimodal.

“Não é apenas questão de ser mais rápido e implementar metodologias ágeis. Há evidências de que a construção de uma plataforma bimodal madura resulta em um desempenho de estratégia digital muito melhor, e isso justifica por que deve ser um foco importante para qualquer organização. Além disso, os dados da pesquisa sugerem que uma das piores coisas que um CIO pode fazer é atrasar o esquema bimodal. As empresas do Brasil não podem perder esse impulso”, diz Alvaro Mello. “Aquelas que estão planejando mover-se ao bimodal, mas ainda não tomaram as medidas necessárias, tiveram piores resultados em termos de desempenho de estratégia digital”.

 

Desenvolva a plataforma de talentos

Segundo a pesquisa, 65% dos CIOs globais acredita que há uma crise de talentos no mundo e, surpreendentemente, pouca inovação na área. Esse fato, de acordo com CIOs brasileiros, é ainda pior no Brasil, pois 81% acredita que a situação está perto de atingir proporções de crise. Uma vez que praticamente todas as partes interessadas reconhecem o problema de talentos como a maior barreira para o sucesso, o Gartner acredita que o isso também deve ser tratado como uma plataforma.

“É hora de pensar no talento como uma plataforma e inovar. Os CIOs devem olhar para o talento digital além das fronteiras da organização de TI e, certamente, além das fronteiras da empresa”, diz Mello. “Oportunidades inovadoras de gestão de talentos são abundantes e incluem se aproximar de universidades, ajudando a definir e entregar novas soluções práticas de negócios, realizando aconselhamento reverso e implementando rotação de funções. Os CIOs também devem considerar seus parceiros como extensões do reservatório de talentos”.

 

Crie uma plataforma de liderança

A pesquisa constatou que quase 40% dos CIOs também estão atuando como diretores digitais (Chief Digital Officer – CDO), liderando a transformação em suas empresas, e mais de 30% estão atuando como líderes de inovação. Houve um ligeiro aumento (2,2 pp) no número de CDOs em empresas brasileiras. Os resultados mostram que os CIOs possuem a oportunidade de liderar a transformação digital, mas que devem adaptar seu estilo de liderança para explorar efeitos de plataforma na liderança, construindo uma rede de dentro e fora da empresa.

“É claro que nem todas as empresas e agências do governo estão se tornando empresas de plataforma em termos de dinâmica da indústria, e isso também não acontecerá em um futuro próximo”, diz o Gartner. “No entanto, para se manterem competitivas, todas as empresas precisam entender e explorar os efeitos de plataforma em todo o negócio”, diz.

 

Segundo o Gartner, “se os efeitos não forem considerados em aspectos como liderança, talento ou entrega, isso representará um impedimento da capacidade da empresa de entregar, atrair e reter talentos, e em ser percebida pelos clientes como adição de valor. Os CIOs devem criar um plano para evoluir todas as camadas da plataforma digital, de um modo que comecem imitando as empresas startups”.

O Gartner Symposium/ITxpo é o mais importante encontro de CIOs e executivos estratégicos de TI. O evento traz conteúdo independente e objetivo com a autoridade do líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia e fornece acesso às mais recentes soluções dos principais fornecedores de tecnologia. O Symposium/ITxpo anual do Gartner é um componente essencial dos esforços de planejamento dos participantes. Eles contam com insights sobre como suas empresas podem utilizar a tecnologia para atender aos desafios dos negócios e aprimorar sua eficiência operacional. Para mais informações, acesse gartner.com/br/symposium, ou acompanhe as notícias, fotos e vídeos do Simpósio/ITxpo do Gartner pelo Twitter, Facebook e LinkedIn usando #GartnerSYM e #GartnerBR.

 



Gartner afirma que algoritmos aceleram economia de conexões em empresas digitais

Analistas indicam como os CIOs podem aumentar sua influência dentro das empresas

 

O Gartner, Inc. afirma que os algoritmos aceleram o valor da economia digital, também chamada pelos analistas do Gartner como ‘economia das conexões’. De acordo com o Gartner, para os CIOs aumentarem sua influência, eles precisam se concentrar no poder, na escala e na dinâmica das empresas digitais baseadas nas conexões entre pessoas e equipamentos, interconexões e relacionamentos, e no valor dos algoritmos.

Durante a abertura do Symposium/ITxpo 2015, evento que acontece até o dia 22 de outubro (quinta-feira), em São Paulo, os analistas do Gartner descreveram a economia das conexões como a criação de valor por meio do aumento de interações entre empresas, pessoas e coisas.

“O termo valor pode ter muitos significados. Pode se referir ao conhecimento e às ideias obtidas, ou ao relacionamento de confiança que você constrói. No final, valor é o que conquistamos para os clientes e cidadãos. Quanto maior a consistência das conexões, maior será o valor potencial colhido”, afirma David Willis, Vice-Presidente e Analista Distinto do Gartner.

Os CIOs podem criar essa consistência por meio de três passos: dar, receber e multiplicar:

– Dar – Acesso a tudo o que é mais valioso compartilhado do que restrito;

– Receber – Benefícios de todos os demais recursos existentes, e explorar o poder dos vários tipos de redes de computação e informação;

– Multiplicar – Permitir que conexões interajam diretamente umas com as outras.

“Dar e receber leva a uma rede de conexões dinâmica e ativa, na qual você é o guia e o principal influenciador. Contudo, o poder ainda é limitado. Todas as pessoas, negócios e coisas têm um valor a oferecer. O valor é somente de fato obtido quando eles começam a interagir uns com os outros. A meta é a multiplicação dessas conexões. Elas devem ser facilitadas e encorajadas por você, e não controladas por você. Isso se consegue com a criação de um tecido firme, uma trama de conexões”, diz David Willis, Vice-Presidente e Analista Distinto do Gartner.

 

Remova os obstáculos – Para cumprir a promessa da economia das conexões, os CIOs devem vencer três obstáculos: Tendência a Controlar; Inércia; Falta de Confiança. “O principal é a mentalidade. O controle é trocado por influência. A inércia é removida por meio da diversificação, e a desconfiança deve ser transformada em confiança dentro da área de TI, da empresa e em outros lugares”, diz Betsy Burton, Vice-Presidente e Analista Distinta do Gartner.

 

Mude do controle para a influência – Para realmente obter resultados, os CIOs devem evoluir. “O CIO que age como um aliado confiável é um líder de informação e tecnologia em toda a empresa. Ele tem a capacidade de decidir se a propriedade tecnológica será usada dentro ou fora do departamento de TI”, afirma a analista Betsy Burton.  Para ela, uma característica que destaca os CIOs de outros executivos é o seu ‘pensamento intuitivo’. Esses profissionais resolvem melhor os problemas complexos de forma criativa. Com a chegada da economia algorítmica, são criadas oportunidades para desenvolver as habilidades, capacidades e ideias do CIO. Isso ampliará o círculo de influência do executivo.

 

Mude da inércia para a diversificação – Ao mesmo tempo em que os CIOs seguem um caminho que os leva à criação de uma influência maior e mais valiosa, eles também precisam diversificar. As empresas de TI devem superar a inércia que construíram com o passar dos anos. Betsy Burton realça alguns exemplos de momentos em que o departamento de TI precisa variar:

– O fatalismo dos sistemas antigos – A crença de que não podemos abandonar os sistemas implantados anteriormente. Essas aplicações e infraestruturas já deveriam ter sido eliminadas há muito tempo, ou nunca teremos um retorno. Analise bem os pequenos projetos, as deficiências técnicas e os insucessos históricos que poderiam prejudicar o departamento. Elimine-os.

– O poder das alternativas – Você acredita que a construção, a posse e a coordenação levarão a melhores resultados. Mas a verdade é que, se alguém pode fazer melhor, deixe-o fazer. Os desenvolvedores independentes, que não estão sob o controle do CIO, por exemplo, são o futuro do desenvolvimento de software. Encontre-os e una-se a eles.

 

Confie e verifique – A confiança é uma emoção. “É a crença que as pessoas têm em seu comportamento. Os algoritmos permitem que as empresas confiem nas pessoas ao nível que merecem: de forma dinâmica e em escala. A confiança é uma via de duas mãos. As pessoas precisam acreditar também na empresa onde trabalham, para estarem conectadas”, afirma Betsy Burton, Vice-Presidente e Analista Distinta do Gartner, que destaca os quatro elementos fundamentais da confiança: produzir resultados; ser previsível; compreender o contexto humano; ser visível.

O Gartner Symposium/ITxpo é o mais importante encontro de CIOs e executivos estratégicos de TI. O evento traz conteúdo independente e objetivo com a autoridade do líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia e fornece acesso às mais recentes soluções dos principais fornecedores de tecnologia. O Symposium/ITxpo anual do Gartner é um componente essencial dos esforços de planejamento dos participantes. Eles contam com insights sobre como suas empresas podem utilizar a tecnologia para atender aos desafios dos negócios e aprimorar sua eficiência operacional. Para mais informações, acesse gartner.com/br/symposium. Acompanhe as notícias, fotos e vídeos do Simpósio/ITxpo do Gartner, no Twitter usando #GartnerSYM e #GartnerBR, Facebook e LinkedIn.



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