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Por que não recolheram meu lixo nessa cidade inteligente? Supercomputador responde

O supercomputador Watson, da IBM, ficou conhecido por vencer um dos programas de TV mais populares do Estados Unidos, o Jeopardy. Ele derrotou os concorrentes humanos em um jogo de perguntas e respostas sobre assuntos gerais. Mas desde então, essa máquina de tecnologia respondedora tem dificuldades em voltar a ser popular. A IBM já tentou emplacá-la com advogados, hospitais e cientistas. A adoção está longe de ser um fracasso, porém tem sido lenta. A nova aposta é transformar o Watson em conselheiro de cidades inteligentes.

No condado de Surrey, situado no sudeste da Inglaterra, os cidadãos ganharão um app integrado ao Watson e aos serviços da prefeitura local. Assim, qualquer morador poderá fazer perguntas sobre a rotina da administração pública e obter respostas. Por que não recolheram meu lixo? Qual o posto de saúde mais próximo? Quem eu chamo pra tirar o carro estacionado na porta da minha garagem? Quantos cachorros posso ter na minha residência?

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Cidadãos perguntam sobre serviços públicos e recebem respostas rápidas

Isso sim parece ser um serviço para o Watson, finalmente. O supercomputador foi desenhado para trabalhar com perguntas e respostas. É diferente das máquinas já inventadas, que fazem cálculos cada vez mais complexos e rápidos. Ele entende a linguagem humana, o que já o faz realmente distinto dos outros computadores. Tudo parece perfeito no supercomputador respondedor. Mas desde que foi criado, o Watson parece uma grande solução à procura de um grande problema.

Em Surrey, ele tem boas chances de achar uma utilidade que o coloque de volta na vitrine das sensações tecnológicas. Ao contrário do que se pensava, talvez sua função seja para pequenos problemas. Segundo a empresa que cuida do projeto, a PurpleForge, ele será uma espécie de Siri (app do iPhone que interage com o usuário) para a cidade.

O computador da IBM trabalhará integrado com o portal My Surrey. A região administrativa tem cerca de 500 mil habitantes e busca ser uma cidade inteligente. O projeto “Smart Surrey Strategy” pretende usar toda a tecnologia possível para facilitar a vida do cidadão e melhorar os serviços locais.

São mais de 40 iniciativas locais focadas no conceito de cidade inteligente. A expectativa é que o Watson dê um impulso maior fornecendo respostas rápidas e agilizando equipes da prefeitura que fornecem algum serviço. Retorno ágil e problemas resolvidos é exatamente o que transforma uma cidade inteligente em sucesso.

 

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Grave seu nome em um microchip e envie para Marte

A Agência Espacial Americana – NASA – abriu uma forma inusitada de todos os entusiastas de conquistas espaciais e curiosos em geral participarem da missão Mars InSight. Qualquer um pode submeter seu nome para ser gravado em um microchip para ser levado pela sonda até o planeta vermelho.

A Mars InSight será lançada no próximo ano.”Ao participar desta oportunidade e enviar o seu nome a bordo da InSight você está mostrando que é parte dessa jornada sobre o futuro da exploração espacial”, disse Jim Green, diretor de ciência planetária na sede da NASA, durante o anúncio da promoção. “Esse próximo passo é mais uma missão fantástica para a superfície de Marte”, destacou.

Você pode enviar seu nome até 8 de setembro. O processo todo é bem simples. É só acessar o site promocial clicando aqui. Para participar é só fornecer nome, país e código postal. Não demora mais do que 30 segundos. A NASA já fez uma promoção semelhante com o projeto Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO). Acessando a página Send your Name to the Moon era possível enviar seu nome para a Lua.

Qual a vantagem disso? Podemos elencar algumas dezenas de respostas para isso. A maioria seria uma tentativa boba de responder: e porque não?

Por acaso ter o nome na lista de cheques sem fundo, funcionários do mês e fila de espera para ser atendido em algum serviço público é melhor do que enviar seu nome pra Marte?

A NASA disse que esse tipo de política de relacionamento deve continuar. É uma tentativa de popularizar qualquer missão espacial daqui para o futuro. Projetos desse tipo costumam trazer muito conhecimento e avanços tecnológicos. Fornecem, também, tecnologias que depois fazem parte de nossa vida e nem sempre identificamos como vindos da conquista espacial.

O velcro, por exemplo, não foi inventado na NASA, mas foi amplamente usado pelos primeiros astronautas e isso mostrou que o produto poderia ter outros usos. Já na indústria de computação, alguns dos mais fantásticos aprimoramentos de software e equipamentos poderosos saíram direto nas missões espaciais para o mercado comercial. Vídeos de alta resolução, controle remoto pela web e programas de análises de dados são alguns deles.

Missão inédita
A InSight tem uma missão inédita. Ela investigará o interior do planeta. Até agora, as sondas mandadas para o planeta vermelho só exploraram a superfície. A sonda será lançada em março de 2016, da base da Força Aérea de Vandenberg, na Califórnia. A chegada em Marte é prevista para o final de setembro do mesmo ano.

De acordo com um comunicado da NASA, InSight vai lançar a partir da Base da Força Aérea de Vandenberg, na Califórnia algum tempo, em Março de 2016 e terra no planeta vermelho em 28 de Setembro do mesmo ano. Esta missão irá investigar o interior do planeta, tornando-se a primeira missão a Marte para fazê-lo.

 

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Conteúdo também combina com conversão

* Por Priscilla Saldanha

Recentemente saiu um estudo do AdBlocking em parceria com a Adobe, que revelou uma maior frequência do uso de bloqueadores de anúncios entre os internautas. Para muitos, estes dados representam uma grande ameaça para a indústria de mídia digital, mas acredito que a pesquisa é uma junção de acontecimentos e verdades que nos ajudarão a refletir o verdadeiro papel da publicidade.

Com essa nova era digital, voltando para o marketing e a mídia de performance, muitas empresas e anunciantes só possuem três palavras da cabeça: ROI, conversão e mídia programática. Faturar é importante sim, todo mundo precisa pagar conta, mas não é por que se fala de conversão e performance que é preciso esquecer do conteúdo.

O conteúdo agrega a estratégia de marketing e mídia, seja ela institucional ou de performance, pois o seu papel para qualquer uma delas é aproximar, encantar e engajar o seu potencial cliente. E essa questão de emoção e encantamento é o verdadeiro papel da publicidade (on ou offline). Lembra lá no início, que tudo era commodity? E como se diferenciaram? Trouxeram a publicidade para “agregar valor” e mostrar que o discurso muda tudo!

Hoje, esse “agregar valor” faz parte do contar histórias, ter um conteúdo inteligente e próximo do seu cliente, está presente onde ele está, gerar identificação.

Em resumo: não importa o tipo de comunicação ou marketing que você faça, o conteúdo precisa ser algo interessante e agregador para quem ver, assiste ou escuta. E levando para o estudo lá em cima sobre bloqueadores: tenho certeza que mesmo que sua estratégia de marketing seja voltada para uma mídia de conversão, se você tiver um bom conteúdo, o interesse aparecerá e o clique / conversão existirá.

Sem medo, pode pagar pra ver!

* Priscilla Saldanha é gerente de conteúdo do Digitalks

 

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Oracle compra empresa de marketing digital

As empresas tradicionais da tecnologia da informação (TI) estão fazendo o possível para adaptarem-se às novas demandas de mercado. Ter a cara das tendências que estão transformando o mundo, como big data, analytics, social business, etc é um desafio e tanto para aquelas que ficaram conhecidas com servidores, bancos de dados e ERPs. A Oracle deu um passo decisivo para essa mudança, hoje, 20 de agosto, com o anúncio da compra da Masymiser.

A nova aquisição é uma empresa muito usada pelos profissionais de marketing digital. Ela é especializada em testar, medir e ampliar campanhas multicanais para ampliar a experiência do consumidor e trazer retornos mensuráveis no engajamento e vendas. A automação dos testes A/B é algo que fez a Maxymiser tornar-se conhecida.

Outras marcas da TI tradicional estão nessa corrida também. Recentes compras da Adobe Systems, SAP e Salesforce mostram que a oferta de tecnologia para serviços de marketing está se misturando ao portfólio das fornecedoras e dando sinais definitivos de que a TI não é mais a mesma. Algo muito fáci de afirmar já que o orçamento das áreas de Marketing tem crescido e liberado para compras de tecnologia. Enquanto isso, o dinheiro da TI tem minguado e sido priorizado para terceirizações e manutenção.

Por trás do anúncio
A Oracle anunciou que a compra impulsiona sua estratégia de cloud. E é verdade, já que a empresa comprada é cloud-based e a plataforma da casa, a Oracle Marketing Cloud, será favorecida. Mas pode haver muito mais ganhos por trás disso. As tecnologias da Maxymiser devem engordar as soluções de CRM (softwares de gestão do relacionamento com o cliente) da Oracle e posicionar definitivamente a empresa como fornecedora do diretor de Marketing, não apenas do CIO. Além disso, turbinará a própria estratégia de marketing da Oracle para vender mais e ganhar visibilidade usando novas métricas, testes e o melhor do marketing digital atual.

O mundo da TI mudou realmente. Não por acaso, a Oracle havia comprado outras empresas do marketing digital como Eloqua, BlueKai e Responsys. A Salesforce seguiu a linha com BuddyMedia e Radian6. A SAP comprou a SeeWhy. A Adobe tem várias dessas aquisições. Tudo na contramão das compras ocorridas quando a TI mandava nas empresas clientes. Hoje, o marketing parece ser a nova mina de ouro da tecnologia.

 

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Ganho imediato é o que aumenta o alcance orgânico do Facebook

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Ganhar a atenção do usuário é o segredo do alcance orgânico no Facebook

Provavelmente seu próximo cliente está no Facebook. Mas como alcançá-lo? Esse tem sido um dilema para as empresas devido as constantes mudanças do modo como o site distribui as mensagens. O algoritmo usado privilegia a atenção dos usuários mas também impulsiona o negócio da empresa de Mark Zuckerberg, que vive de pagamentos para propaganda. O segredo de como ter sucesso na rede e tirar proveito do social business foi parcialmente desvendado numa pesquisa realizada por alunos da ESPM.

O estudo investigou a relação entre a atenção dos usuários e o alcance orgânico das mensagens no Facebook. Notou-se que o usuário nem sempre está prestando atenção na peça que está visualizando na página da mídia social. Os alunos cruzaram as informações coletadas pelo eye-tracking, óculos que consegue perceber exatamente para onde o usuário está focando o seu olhar na imagem da tela com os dados dos exames de eletroencefalograma (EEG), que monitoram a atividade cerebral das pessoas.

A pesquisa demonstrou que publicar mais vezes ao dia, não aumenta o alcance orgânico no Facebook, que é o número de pessoas que recebem a mensagem em suas timelines sem o pagamento de publicidade. A pesquisa também buscou analisar quais fatores impactam o…[MAIS]



Ataques DDoS crescem 132% e batem recorde

Os ataques de negação de serviço – Distributed Denial of Service (DDoS) -,estabeleceram um novo recorde, aumentando 132% em relação ao último ano e 7% em relação ao trimestre anterior. Jogos online continuam sendo o setor mais visado desde o segundo trimestre de 2014, como alvo de cerca de 35% dos ataques DDoS. A China manteve-se como a principal fonte de tráfego de ataque malicioso (non-spoofed) nos últimos dois trimestres e tem sido um dos três principais países de origem desde o primeiro relatório, publicado em em 2011.

O estudo State of the internet Security, da Akamai, apresenta uma lista dos Top 10 países que são fonte de ameaças no período. China e Estados Unidos estão na liderança, com 51% e 15% respectivamente, enquanto o Brasil estáAkamai2015na terceira posição com 11%, seguido de Alemanha (7%), Federação Russa (6%), Taiwan (3%), Holanda (2%), Ucrânia (2%), Indonésia (2%) e Irlanda (1%). Conforme gráfico abaixo:

O estudo também apresenta a lista dos Top 10 países que são vítimas de ameaças no período: Estados Unidos (81%), Brasil (7%), China (4%), Espanha (2%), Suécia (1%), Canadá (1%), Austrália (1%), Reino Unido (1%), Índia (1%) e Alemanha (1%).

Ameaça de terceiros
O WordPress, site mais popular do mundo e plataforma de blogs, é um alvo atraente para hackers que pretendem explorar centenas de vulnerabilidades conhecidas para espalhar softwares maliciosos e lançar campanhas de DDoS.

A Akamai testou mais de 1.300 plugins populares na plataforma e, como resultado, identificou que 25 tiveram pelo menos uma nova vulnerabilidade. Em alguns casos, o plugin tinha várias vulnerabilidades, totalizando 49 softwares corrompidos potenciais. Uma lista completa das vulnerabilidades recém-descobertas consta no relatório, juntamente com recomendações.

 

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Empresas sentem dificuldade para inovar e convivem com P&D obsoleto

Importantes empresas globais têm encontrado dificuldade em inovar – ao passo que adotam modelos de Pesquisa & Desenvolvimento tradicionais, o que hoje é considerado obsoleto pelo mercado. É o que mostra o relatório “O Jogo da Inovação: Por que e como as empresas estão investindo em centros de inovação”, elaborado por Brian Solis, do Grupo Altimeter, e pela Capgemini Consulting, divisão global de estratégia e transformação do Grupo Capgemini.

O levantamento aponta para uma transição rumo à inovação digital, questionando se as equipes de P&D das companhias de grande porte estão mal preparadas para enfrentar o desafio do Darwinismo digital. Segundo a pesquisa, para resolver a questão, as organizações procuram cada vez mais criar ‘centros de inovação’ físicos em importantes núcleos tecnológicos, como o Vale do Silício, para tirar proveito do ecossistema de startups, investidores de capital de risco, aceleradores, fabricantes e instituições acadêmicas.

“Para as maiores empresas do mundo, a inovação nunca foi tão importante – nem tão difícil. Vivemos em um mundo onde a ruptura é iminente – podendo vir de qualquer lugar – e onde os concorrentes, que já utilizam tecnologias digitais, ameaçam a sustentação de muitos setores já estabelecidos. Sem inovação constante, algumas organizações que já estiveram no topo descobrem que as rotas comprovadas e confiáveis para a inovação viraram becos sem saída. Chegou a hora de inovar ou morrer!”, afirma o analista principal do Grupo Altimeter, Brian Solis.

“Muitas organizações estão lidando com a necessidade de inovar por meio de parcerias ou aquisições de startups da área de tecnologia, mas esse é frequentemente o único foco. É necessário haver um equilíbrio maior entre o conhecimento externo e o interno. Os centros de inovação parecem ser uma maneira eficaz de cultivar a mentalidade ágil das startups, necessária para permanecer na vanguarda do mercado. No entanto, já ficou claro que criar um centro eficaz exige a superação de vários desafios”, diz o líder global de pesquisa da Capgemini Consulting, Jerome Buvat.

A Altimeter e a Capgemini Consulting pesquisaram as 200 maiores empresas do mundo de importantes segmentos do mercado, como automotivo, serviços financeiros, bens de consumo e varejo, manufatura e telecomunicações, no quesito inovação. Também foram entrevistados os principais executivos responsáveis pela supervisão das atividades relacionadas ao assunto.

Os principais resultados do estudo revelam uma abordagem variada para a criação de centros de inovação em termos de localização, áreas de foco e modelos de governança:

– 38% das principais empresas criaram centros de inovação em um núcleo tecnológico global;

– Os EUA e a Europa têm a maior fatia, com 29% do total dos centros de inovação – seguidos pela Ásia, com 25%;

– O Vale do Silício é o local mais interessante para instalação de centros de inovação – 61% das empresas já abriram um ou mais centros no local. Mas outros hubs estão surgindo – as 10 principais cidades que figuram no estudo representam somente 35% do total de centros;

– As áreas de pesquisa preferidas continuam sendo mobilidade (63%) e big data / análise de dados (51%);

– Outras tecnologias menos maduras, como a de impressão em 3D (5%), realidade virtual (13%) e robótica (13%), não são prioritárias no momento;

– Os centros de inovação ajudam a agilizar a criação e a implantação de novas ideias, atraindo talentos, gerando envolvimento dos funcionários e formando parcerias com startups;

Foram identificados quatro tipos principais de centros de inovação:

1- Laboratórios internos de inovação – motor de inovação de suas empresas, esses centros realizam todas as atividades relacionadas à inovação, da concepção à criação de protótipos, usando recursos internos.

2- Residência universitária – nesse modelo, as companhias investem na criação de um centro em um campus universitário para impulsionar a inovação usando pesquisadores universitários.

3- Âncoras comunitárias – esses centros identificam mentores e oferecem às startups a oportunidade de trabalhar ativamente junto à empresa no teste dos seus produtos, internamente e com os clientes.

4- Postos avançados de inovação – são compostos por pequenas equipes que trabalham em hubs tecnológicos. Para empresas de grande porte, a ideia é envolver-se com a comunidade tecnológica sem arcar com grandes investimentos.

A penetração varia consideravelmente entre os setores – o de manufatura é o principal, com 58%. Mas, mesmo enfrentando uma pressão crescente devido aos disruptores digitais, o de serviços financeiros representa 28%.

Entretanto, mesmo com os centros de inovação recebendo investimentos substanciais de muitas organizações globais e com alguns benefícios significativos já conquistados, estabelecer um centro com sucesso tem sido um desafio – segundo um especialista experiente em inovação, de 80 a 90% desses centros fracassam.

 

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Incubadora tem 11 vagas abertas para startups

Startups e empreendedores com ideias inovadoras na área de tecnologia da informação têm até o dia 24 de agosto, para se inscreverem no processo seletivo do MIDI Tecnológico, que oferece seis vagas para incubação virtual e cinco para pré-incubação na incubadora gerida pela Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE) e mantida pelo Sebrae/SC. Desde o dia 15 de julho, quando o edital foi publicado, o processo seletivo do MIDI recebeu 100 cadastros de interessados.

De acordo com a Coordenadora Técnica do MIDI, Kamila Bitarello, as diferenças entre as duas modalidades de incubação e os critérios de avaliação dos projetos são as principais questões levantadas pelos participantes da seleção, que se mostram atraídos pela oportunidade de formação e o contato com empresas catarinenses consolidadas no setor tecnológico.

“Nesta edição do processo seletivo, contamos ainda com um novo atrativo que é o Centro de Inovação ACATE, que o MIDI ocupa desde o mês de março. Além de um espaço vibrante e convidativo, o CIA já é uma referência no país como ambiente de incentivo à conexão de pessoas e de reunião de empresas inovadoras. Este contato é de extrema importância para empresas nascentes”, reforça Kamila.

Um workshop realizado no início do mês de agosto no Centro de Inovação ACATE (CIA) Primavera, em Florianópolis, tirou as dúvidas de interessados e as informações ainda podem ser replicadas a quem tiver interesse. Dúvidas podem ser enviadas por e-mail para midi@acate.com.br.

A modalidade de incubação virtual tem duração de até 30 meses e foco na consolidação do produto, na execução de um Plano Empresarial e na formação do empreendedor. As empresas dessa categoria não se instalam fisicamente nas dependências da incubadora, mas possuem acesso a todos os serviços e benefícios oferecidos.

Já o processo de pré-incubação pode levar até 12 meses. Ele busca validar a ideia e o modelo de negócio a partir da análise da viabilidade técnica e econômica, teste de mercado, protótipo e desenvolvimento do perfil empreendedor dos sócios. Não é necessário que a empresa esteja formalmente constituída quando apresentar a proposta, mas as selecionadas terão prazo de 90 dias para constituir pessoa jurídica. Os empreendedores das pré-incubadas irão ocupar um espaço compartilhado no próprio do MIDI.

Processo Seletivo MIDI Tecnológico
Prazo: até segunda-feira, 24/08/2015
Edital: https://sgi.macropus.com.br/midi/edital/
Modalidades: incubação virtual e pré-incubação
Informações: midi@acate.com.br

 

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Conselhos e piadas para quem teve o nome vazado do site de traição

O site de relacionamentos extraconjugais Ashley Madison foi invadido em 20 de julho. Os hackers do Impact Team assumiram a autoria do ataque e prometeram liberar nomes, operações financeiras, desejos sexuais, etc. Naquela época, o mundo ficou preocupado. Muitos casamentos, namoros e credibilidade de figuras públicas poderiam virar poeira. Mas as semanas foram passando e nada dos arquivos.

Um mês depois, quando todos pensavam que nada aconteceria, os hackers vazaram um total de 10 Gigabytes de informações, no final da tarde do dia 19. Rapidamente a internet foi inundada de listas dos cruzamentos de informações.

As implicações do vazamento ainda são desconhecidas. Os hackers invadiram o site porque alegaram que o. serviço era uma fraude, “90% a 95% de homens” e “perfis femininos falsos”. Outros serviços podem ter o mesmo fim? Se for verdade, quantos sites estão enganando os clientes? E como ficam os crimes virtuais, privacidade, garantias de sigilo daqui para frente? São dezenas de questões expostas nesse caso.

Porém, algumas horas depois, as piadas começaram a dominar as preocupações. E é claro que no meio disso tudo houve lembretes sobre a importância de ser amigo de um bom advogado.

Uma empresa de comunicação publicou dicas de como se portar se seu nome está na lista. Os conselhos incluem voltar a fazer academia no caso de precisar correr rápido e limpar a casa para se livrar de objetos que podem ser jogados na sua cabeça. Até uma garota acompanhante se sentiu no direito de lembrar: “não corra risco, procure sempre uma profissional”.

Bem vindo ao dia seguinte do vazamento de informações do Ashley Madison. Talvez, esse seja o primeiro dia do resto da Internet como conhecemos. Aproveite para aprender sobre comportamento na web e rir.

https://twitter.com/jcorrado19/status/634027669034680320

https://twitter.com/JohnPaulNaylor/status/633946032515207169

https://twitter.com/jacob_swartz88/status/634018451317784576

 

 

 

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Evento gratuito discute a presença da mulher na tecnologia

No dia 28 de agosto acontece em São Paulo o evento Women in Tech: Pioneers of Britain and Brazil, que tem como objetivo discutir a presença da mulher na tecnologia. Mundialmente, esse tema tem sido importante para rever políticas de diversidade de empresas. E as companhias de tecnologia estão entre as mais questionadas por não terem uma proporção considerada ideal de mulheres, mesmo com tanto histórico de heroínas da computação e boas programadoras no mercado.

O evento contará com a presença de nomes de destaque na área da tecnologia e da inovação, como Carol Lara, Chief Strategy Officer da consultoria Mavens of London, especialista em marketing digital que, ao longo de sua carreira, ajudou a formatar as estratégias de comunicação e marketing de algumas das maiores marcas do mundo, incluindo Unilever, Pepsico, Google, ABN Amro e Natura; e da Dra. Sue Black, premiada pesquisadora britânica, apontada como Top 10 Women in Tech no Reino Unido.

“Aos poucos as mulheres estão conquistando seu espaço em áreas que, por uma questão cultural, eram tipicamente masculinas, como a engenharia e o desenvolvimento de software”, destaca Carol Lara, da consultoria Mavens of London, que será uma das participantes do debate que abordará a situação atual da mulher empreendedora no Brasil e no Reino Unido.

Também participam do Women in Tech: Pioneers of Britain and Brazil Camila Achutti, fundadora do Mulheres na Computação; Marcela Quiroga (diretora do Clínica Online); e Samantha Payne, COO da Open Bionics.

O evento, é iniciativa do UK Trade & Investment e do Banco Santander. A participação é gratuita, mas as inscrições limitadas

Women in Tech: Pioneers of Britain and Brazil
Data – 28/08, às 8h30
Local – Torre Santander – Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 2235 – Vila Olímpia, São Paulo.
Inscrições e mais informaçõeshttps://www.eventick.com.br/women-in-tech-pioneers-of-brit

 

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“Internet com 0800” pode acelerar adoção de serviços móveis na América Latina

Nos dias de hoje, em que internet e mobilidade reinam, consumidores ao redor do mundo valorizam na economia de tempo e dinheiro que as tecnologias móveis e os smartphones permitem. Para atender essa crescente demanda, empresas de todos os setores devem evoluir seus serviços. “Em face dessa urgência por mobilidade, Dados Patrocinados permitem às empresas extrair o máximo valor de suas iniciativas móveis”, afirmou a analista de Indústria da Frost & Sullivan para Tecnologias de Comunicação e Informação, Georgia Jordan

O serviço de Dados Patrocinados, ou “Dados 0800”, possibilita que usuários de dispositivos móveis—mesmo quem tem celular pré-pago e está sem crédito, ou quem não tem dinheiro para pagar um plano de banda larga móvel—usem sem custo os serviços móveis disponibilizados por empresas e governos. É o equivalente ao serviço de telefone 0800 para a internet móvel, em que terceiros pagam à operadora de celular pela conexão do cliente para acessar o aplicativo ou serviço.

Um novo White Paper da Frost & Sullivan, “Dados Patrocinados: Conectando os Desconectados“, desenvolvido em parceria com a Qualcomm Incorporated, demonstra como os Dados Patrocinados beneficiam não apenas o consumidor mas também empresas e governos, gerando novas receitas e ganhos de eficiência.

Alguns bancos oferecem acesso a clientes, sem custos. Isso tem dobrado o uso dos serviços móveis das empresas. Isso levou a uma redução dramática no custo por transação para o banco, uma vez que este é significantemente menor no mobile banking que através de outros canais de atendimento.

Dados Patrocinados também possibilitam aos governos democratizar o acesso a serviços públicos pelo celular, enquanto que lojas online podem atrair novos clientes ao oferecer acesso grátis para fazer compras pelo smartphone. Para empresas de vendas diretas de cosméticos, por exemplo, patrocinar o acesso móvel a catálogos e portais de vendas pode reduzir custos e otimizar suas operações, transferindo suas interações off-line com seus colaboradores para o mundo online.

Democratizar o acesso
Oferecer a oportunidade de fazer um teste grátis também pode impulsionar a assinatura de serviços de monitoramento de saúde, gerando receitas novas e recorrentes para fabricantes de equipamentos médicos, enquanto que governos podem ampliar o alcance de serviços públicos e programas sociais ao oferecer Dados Patrocinados a quem não tem recursos para acessar esses serviços móveis.

“Em um mundo onde mais de 95% da população vive onde há sinal de celular e dados móveis, o impacto de Dados 0800 sobre outros serviços voltados para o consumidor ou cidadão certamente será disruptivo. Ao patrocinar o uso de dados móveis do consumidor, as empresas se destacam por sua iniciativa inovadora, ampliando seu alcance e incentivando clientes a interagirem com seus serviços, produtos e marca”, disse a analista.

Esse impacto é ainda mais forte na América Latina, onde 77% dos usuários móveis têm planos pré-pagos e ainda usam pouco os serviços de internet móvel. “O serviço de Dados Patrocinados pode democratizar o acesso a dados móveis, da mesma forma que os planos pré-pagos fizeram com a voz móvel”, afirmou o vice-presidente sênior e presidente da Qualcomm na América Latina, Rafael Steinhauser.

 

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Hackers divulgam dados de site de traição, conforme prometido

Não foi blefe. Conforme prometido, o grupo de hackers que se autodenomina The Impact Team liberou o que aparenta ser uma lista de arquivos com informações sobre os usuários do site de encontro extraconjugais Ashley Madison. O ataque foi realizado em junho e o grupo disse que divulgaria dados sobre os nomes, endereços, e-mails pessoais, cartões de crédito e comunicações diversas realizadas dentro do site, inclusive algumas fantasias sexuais.

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“Capa” do comunicado sobre o vazamento, assinado pelos hackers do Impact Team

A lista de arquivos foi postada em uma parte de difícil acesso da internet, chamada de Dark Web. Essa porção da rede é composta por servidores e sites que não são comumente rastreados pelas buscas convencionais, como o Google. A falta de vigilância faz com que seja muito usada por hackers. Lá também há muito comércio ilegal. Mas também é usada para vazar informações sobre governos autoritários e empresas corruptas.

Especialistas estão analisando os dados divulgados para confirmar a veracidade. A maioria das senhas de usuários estavam criptografadas com algoritmo bcrypt. Esse é um dos meios considerados seguros de manter informações guardadas. Quebrar esse algoritmo é um processo altamente demorado. Mesmo assim, há dúvidas sobre a integridade de todas essas senhas e é provável que algumas tenham sido quebradas. São mais de 10 Gigabytes de dados liberados pelos hackers e o volume foi colocado em servidores de torrent durante o final da tarde do dia 18.

O Impact Team divulgou na época que decidiu invadir o serviço de encontros porque a empresa “tinha práticas desonestas de negócios”. A Ashley Madison publicou comunicado, após o vazamento, dizendo que “isso não é um ato de hacktivismo, mas um ato criminoso”

A preocupação é grande. Os nomes dos arquivos vazados indicam que há informações pessoais e financeiras dos usuários. São eles: “aminno_member_dump.gz,” “aminno_member_email.dump.gz,” “CreditCardTransactions.7z,” e “member_details.dump.gz”.

ATUALIZAÇÃO: Foi divulgado no PasteBin uma lista de endereços na web relacionados a sites ligados a governos e que estavam inscritos no Ashley Madison.

ATUALIZAÇÃO 2: O forum 8ch.net já tem várias discussões abertas com supostas listas de nomes separados por empresas, bancos, empresas de tecnologia, políticos, gênero e os mais diversos cruzamentos. As listas estão ganhando imagens nas redes sociais.

ATUALIZAÇÃO 3: Além de nomes e e-mails, as listas trazem a descrição que o usuário colocou no perfil, o que procurava no site e os gostos sexuais. Muitos especialistas estão hoje, 19, considerando que as listas são realmente verdadeiras.

ATUALIZAÇÃO 4: O Ashley Madison não usava confirmação do e-mail para liberar a inscrição e o acesso de usuários. Então, qualquer um poderia ter um e-mail das empresas da lista que vazou. Alguns estão com apelidos nomes inventados para identificarem-se (nicknames) ainda. Mas há muitos simplesmente com Nome.Sobrenome@endereço. Se esses endereços forem oficiais e houver dados de data e localização, como parece haver, é possível conhecer detalhes de quem é e onde o usuário acessava. Com isso em mãos, uma devastação da privacidade seria bem rápida.

ATUALIZAÇÃO 5: Curiosidade. O site Brandwatch.com, que faz levantamentos e métricas nas redes sociais, divulgou que durante o período de notícias do vazamento, o número de pessoas que confessaram terem conta no Ashley Madison deu um salto. As confissões foram feitas no Facebook e Twitter. (veja imagem)Untitled 2

 

ATUALIZAÇÃO 6: Coletamos alguns conselhos e piadas envolvendo o caso do vazamento do Ashley Madison, caso você conheça alguém que está nas listas e teve a privacidade comprometida.

 

 

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Aprenda a ver e entender o gráfico mais importante do ano sobre tecnologias emergentes

Saiu hoje, 18 de agosto, o Hype Cycle de Tecnologias Emergentes do Gartner. O estudo anual traz uma visão ampla das novidades que estão movimentando o mercado e coloca todas sob uma curva comum da adoção e sucesso de produtos tecnológicos. É uma das mais importantes ferramentas de análise que esses institutos que estudam o mercado produzem.

São dois os grandes destaques desse ano. O primeiro é a forte movimentação do conceito de carros-robôs (chamados também de driveless car ou autonomous vehicles). São automóveis que funcionam sem motoristas e são controlados por sensores e conexões sem fio. O termo subiu rapidamente de popularidade e a consultoria já o considera um fenômeno. Vamos explicar mais adiante como funciona essa movimentação e o gráfico em curva. Vale a pena conhecer isso, até porque os nomes de cada parte do gráfico são bem legais.

Outro conceito que ganhou destaque é o de transformação digital, que no estudo é chamado de digital business. Esse termo envolve um desafio atual de todas as empresas para mudarem o modo de fazer negócios e aproveitarem todas as tecnologias consagradas dos últimos anos. Mobilidade, apps, cloud computing, analytics, big data e social business estão nesse pacote com o rótulo “use agora ou fique pra trás”. O Gartner cunhou o termo “Nexus of Forces” para definir isso, mas outras consultorias adotam denominações próprias.

Ainda são destaque do Gartner nas tecnologias emergentes:
Marketing Digital – que está ajudando empresas a conseguirem inovar vendas e serviços aos consumidores.
Casa Conectada – impulsionada pela internet das coisas e até pelo carro-robô, o conceito começa a ganhar contornos mais próximos da rotina comum do que da ficção.

Nosso destaque aqui no VOIT vai para:
Impresssoras 3D – os modelos voltados a negócios estão próximos do patamar da consolidação. Isso é muito bom. Já os modelos para consumidor final passam pela curva entre o declínio e decepção. Vamos esperar, em geral é onde muita tecnologia some.
Realidade Aumentada e Realidade Virtual – ambas estão seguindo o caminho previsto até a consolidação. A primeira deve ainda ter algum descrédito antes de retomar o impulso. Já a segunda, passou essa fase e segue para a popularização.

Como funciona o Hype Cycle
Anualmente o Gartner faz esse estudo para medir o quanto uma tecnologia nova está sendo comentada e ganhando espaço. O sucesso é medido em períodos e está em cores e formas diferentes. O objetivo é passar por todo o ciclo de vida e chegar no patamar da tranquilidade. Mas muita coisa pode acontecer até lá:

Gatilho da Inovação – Primeiro, há uma grande elevação das expectativas. Note que é uma subida forte e curta. É quando todos falam sobre algo e o deslumbramento só cresce.

Pico das Expectativas Infladas – No topo do gráfico fica o auge desse hype. É o ponto máximo de esperança que o termo ou a tecnologia atinge. É, em geral quando ela faz tudo e pode tudo. Ninguém ousa dizer o contrário. É o momento ótimo, mas daí em diante é só ladeira abaixo.

Vale da Desilusão – Essa curva de queda é normal no mercado. É quando vemos que não é bem assim que a tecnologia funciona, há problemas, o custo é alto, outra começa a surgir, etc. É uma queda vertiginosa, mas não significa ainda que a tecnologia é ruim. O hype é que esfriou.

Ladeira do Esclarecimento – após passar pelo ponto mais baixo da desilusão, a tecnologia ganha nova força e cresce novamente. Mas essa curva é completamente diferente da inicial, é longa e pequena. É sinal que a tecnologia está madura e popular. Mas é também onde, em geral, não tem mais hype nem preço elevados.

HypeCycle2010_2015
Clique para aumentar a imagem

Colocamos os gráficos do Hype Cycle de 2010 e 2015 para você entender melhor como algumas tecnologias somem e todos os movimentos. Note que algumas permanecem na expectativa, outras fazem o caminho normalmente e outras simplesmente ficam obsoletas (desaparecem) ou esfriam o hype (estacionam ou também somem).

 

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App viabiliza a reciclagem de óleo nas residências

A Archer Daniels Midland (ADM), uma das maiores empresas do agronegócio do mundo, usará a Virada Sustentável, entre os dias 26 e 30 de agosto, para lançar seu app que fornece aos consumidores um serviço gratuito de agendamento da retirada do óleo comestível já usado evitando assim o descarte incorreto. A retirada é feita nas próprias residências.

A Virada Sustentável é um evento de mobilização colaborativa para a sustentabilidade. Esta será a quinta edição, e ocorrerá em São Paulo. No evento, a ADM divulgará a página para cadastro do app, que foi batizado com o nome de uma de suas marcas de óleos. Para funcionar, o app utiliza o recurso de geolocalização, pelo qual acionará a cooperativa de reciclagem afiliada e, considerando os outros chamados, traçará uma rota para a coleta. O aplicativo também terá um mapa de localização com todos os postos de entrega voluntária (PEV) de diversos resíduos pelo Brasil.

Além desse lançamento, a ADM estará participando da Virada Sustentável com a Bike Vitaliv no sábado e domingo (29 e 30) no Parque Vila Lobos, orientando sobre as boas práticas de descarte de resíduos sólidos e líquidos e com aulas de plantio de hortas caseiras em embalagens vazias de PET.

Contato com cooperativas
A iniciativa do aplicativo teve incentivo dos setores de Marketing, Comercial e Sustentabilidade da ADM, que se uniram para alinhar soluções inovadoras a esse conceito e trazer a comodidade ao descarte correto dos resíduos. “Além de disponibilizarmos um serviço prático para o consumidor, o aplicativo de coleta contribuirá para aumentar a reciclagem de óleo comestível e apoiar o importante trabalho realizado pelas cooperativas de reciclagem”, afirma Ivana Rocha, responsável pelo Marketing de produto da ADM.

 

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Tecnologia que ajuda Stephen Hawking a falar é liberada pela Intel. E é free!

Se você é físico que adora teorias quânticas, fã de programas sobre cosmologia ou simplesmente gosta de desenhos animados, certamente conhece Stephen Hawking. Para você, vamos adiantar a notícia – aquele software que faz o cientista falar está liberado e é de graça. Acesse o link e divirta-se. Agora vamos explicar a importância dessa notícia para quem não entendeu a tamanha felicidade desse primeiro grupo de fãs.

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Hawking no palco: sensores captam movimento de apenas um músculo da face e software emula voz para cientista

Podemos dizer que um dos softwares mais desejados do mundo agora está sendo distribuído de graça. O Assistive Context-Aware Toolkit (ACAT) é uma criação especial da fabricante de chips Intel, para emular a voz humana. Essa tecnologia foi criada especialmente pela empresa para ajudar o físico britânico Stephen Hawking a continuar divulgando suas teorias sobre o Big Bang, buracos negros e fenômenos quânticos. O cientista teve os músculos e nervos que ajudam na fala prejudicados após ter sido afetado de maneira dramática pela esclerose lateral amiotrófica (ELA).

Você já deve ter visto Hawking mesmo que não acompanhe o noticiário sobre ciência. Ele é figura constante em desenhos animados, filmes, documentários, seriados e shows de humor. O mais recente é o filme ganhador do Oscar de melhor ator, A Teoria de Tudo (The Theory of Everything).

A liberação do ACAT pode ajudar outras pessoas a falar. Hawking é um exemplo que existem mentes brilhantes por trás de uma doença degenerativa e que poderiam ficar esquecidas simplesmente porque não podem se comunicar. Computadores de hoje podem ajudar a ver, falar e sentir.

Novas interfaces
A decisão de abrir o software talvez seja mais importante ainda. Podendo ajudar na interação com computadores de uma forma geral, mesmo para quem não sofre de doença alguma.

Só para se ter uma ideia, hoje o mundo tecnológico dispõe de sensores de presença, sensores de movimento, câmeras 3D inteligentes e acelerômetros que podem ser adaptados ao ACAT. Tudo isso e mais uma gama enorme de novidades estão amplamente acessíveis e há engenheiros no mundo todo que estão ansiosos para misturar tudo isso em alguma solução nova.

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Hawking em episódio do desenho Os Simpsons

O sistema foi criado após Hawking perder definitivamente o movimento do polegar. Até então, ele conseguia clicar numa espécie de mouse para escrever e uma voz computadorizada era criada de acordo com o texto. O ACAT foi adaptado para não depender dos dedos ou qualquer outra parte do corpo mais complexa. A tecnologia funciona captando somente um músculo da face, por meio de sensores. A bochecha, para sermos exatos.

A doença de Hawking atacou-o de forma definitiva em 1985, após uma pneumonia. Na época, os médicos chegaram a sugerir que os aparelhos que mantinham o cientista vivo fossem desligados. Se isso ocorresse, provavelmente o desenvolvimento científico que temos hoje seria comprometido.

 

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Faculdade investe em capacitação dos professores para ampliar uso da TI no ensino

Em setembro, a faculdade Eniac, de SP, concluirá o projeto de capacitação de 20 professores do Ensino Médio, Superior, Tecnólogo e Profissionalizante. O grupo utilizou o TISA Educação 3.0, programa pioneiro criado pela integradora Teltec Solutions, que permite que os professores inovem nas propostas educacionais e tirem o melhor proveito das novas tecnologias em sala de aula. Mas os investimentos em tecnologia da informação vêm de longe.

Ao longo de duas décadas, a Faculdade Eniac efetuou investimentos significativos em infraestrutura de TI para conquistar conceito 4 no MEC em seus cursos em EaD (Administração, Processos Gerenciais e Recursos Humanos), mas foi na capacitação docente que a instituição encontrou um caminho para ampliar o aproveitamento da qualidade da estrutura tecnológica construída e favorecer o processo de inovação em sala de aula.

“Queremos incorporar estratégias de ensino inovadoras no uso de tecnologias pelos professores. Assim, as decisões que envolvem a diretoria de TI e pedagógica poderão ter um rumo mais propositivo e o ROI ainda será maximizado”, afirma o coordenador executivo da Teltec Solutions, Vilson Martins Filho.

Na primeira etapa com o TISA 3.0, por meio de oficinas presenciais realizadas no mês de junho, os docentes foram capacitados em dinâmicas voltadas à produção de videoaulas, avaliações no ambiente virtual de aprendizagem e mediação ao vivo. As atividades orientaram os professores a planejar, modelar e criar estratégias de ensino a partir de diferentes tecnologias e repositórios educacionais. De acordo com o coordenador executivo, o TISA Educação 3.0 combina Ensino Híbrido e Pedagogias Ativas, de maneira aplicada. “Esse contato é fundamental para conhecermos o cenário real de uso do professor, suas necessidades, dificuldades e principalmente anseios”, conta.

Novas possibilidades
O curso TISA Educação 3.0 é composto por 32 horas de atividades presenciais e 8 horas de atividades online. Nas atividades presenciais, as dinâmicas ocorrem quatro dias por semana, 8 horas por dia, sendo que cada dia trabalha um recorte específico de aprendizagem. Todas as atividades presenciais são focadas no plano de ensino do professor, e contam com trabalhos colaborativos aplicados. Com a capacitação, os docentes terão condições de criar novas possibilidades organizacionais para a instituição de ensino. O curso leva em consideração o contextual atual do profissional em sala de aula, assim como o ementário que domina.

“A UNESCO coloca a criatividade como uma das competências essenciais a toda atividade docente, por isso, o Design Thinking é um dos motores das oficinas presenciais do curso”, explica Martins Filho. A capacitação junto aos professores da Eniac seguem até setembro, a distância, por meio da plataforma online do TISA. Após esta data, a Eniac e a Teltec Solutions pretendem divulgar as melhores práticas e os casos de sucesso entre os professores, em um festival de inovação.

 

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Google revela sua nova guloseima: Android Marshmallow

Continuando sua série de sistemas operacionais com nomes de sobremesa, o Google anunciou nesta segunda-feira, 17 de agosto, que o Android 6.0 passa a se chamar Marshmallow. É décimo primeiro nome, em uma série de 13, que têm relação com esse tipo de guloseimas apetitosas que a empresa lança. Somente os dois primeiros sistemas saíram com rótulos mais tecnológicos (Alpha e Beta).

Na verdade, preferimos os nomes de sobremesas do que as letras e números que não dizem nada ou os códigos técnicos. Alpha e beta são denominações para “teste 1” e “teste 2”, se você não sabia. A lista das sobremesas do Google, para quem esqueceu, é a seguinte:

Cupcake – aqueles bolinhos que estão dominando o mundo
Donut – uma rosca doce que o Homer Simpson adora
Eclair – não é o ziper, é nossa bomba de chocolate
Froyo – iogurte gelado, como um sorvete
Gingerbread – biscoito de gengibre
Honeycomb – doce favo-de-mel
Ice Cream Sandwich – não traduza ao pé da letra. É uma bolachona de chocolate recheada de sorvete.
Jelly Bean – parecida com nossa jujuba, mas com formatos variados
KitKat – wafer coberto com chocolate
Lollipop – pirulito

Evidentemente é mais fácil avaliar doces do que sistemas. Mas o melhor do Marshmallow é que ele vem com avanços altamente requisitados pelos usuários. A biblioteca torna mais fácil a integração com diversas novas APIs, principalmente com softwares que trabalham com o reconhecimento de digital (fingerprint). Outra novidade que deve acalmar críticas é o gerenciamento de bateria, que agora controla com muito mais eficiência o modo como os apps funcionam para economizar energia.

O Marshmallow deve trazer uma solução para um problema dos SO do Google. A empresa anunciou que conseguiu eliminar um bug do sistema anterior. Chamado de Stagefright, esse erro deixava alguém controlar o dispositivo com o envio de um texto simples. A correção é prevista para ser liberada em setembro, mesma época da liberação do Marshmallow para o mercado.

A divulgação oficial do nome do SO foi inusitada. O Google não enviou comunicado à imprensa. Preferiu colocar uma estátua do personagem Android segurando um imenso marshmallow.

 

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Mauro Capellão é novo diretor de canais da Symantec no Brasil

A Symantec, de segurança da informação, anuncia a contratação de Mauro Capellão, para assumir a Diretoria de Canais da empresa no Brasil. O executivo será responsável por toda a estratégia de canais no País, incluindo gestão de distribuição, de alianças e de vendas, além de definir e executar planos de vendas com os parceiros. Com a área de Marketing, Capellão desenvolverá e executará os programas de promoção de canais.

“Entro para a Symantec convicto de que farei parte de uma equipe de liderança capaz de alavancar e entregar ativos para seus parceiros e clientes. O desafio de contribuir de forma significativa paraos avanços da Symantec no Brasil, afim de garantir cada vez mais melhores resultados, exigirá muita dedicação e empenho profissional de minha parte. E é exatamente este desafio que mais me estimula”, afirma Mauro Capellão.

Com mais de 20 anos de experiência, Capellão ocupou posição executiva em vendas e canais, em empresas de TI e distribuidores como Riverbed Technology, Enterasys Network, 3COM. Isto resultou em uma carreira sólida, cujos resultados são reconhecidos no mercado. O executivo é formado em Engenharia Eletrônica pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro. Tem especialização em Administração pela Fundação Getúlio Vargas e também concluiu um programa de Negociação Executiva na Harvard Law School.

 

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Como transformar o projeto de cidade inteligente em voto e dividendos políticos

O conceito de cidades inteligentes vem ganhando espaço ao redor do mundo. Os benefícios seduzem tanto a população, que ganha melhores serviços, como prefeitos e administradores públicos, que passam a decidir com informações em tempo real. Mas, diferentemente de uma grande obra, essa transformação em direção ao futuro pode não render visibilidade que garanta a carreira política de qualquer prefeito ou gestor público. “Cidade inteligente não significa voto. Isso precisa ser traduzido para a população”, comenta Fábio Pontes, secretário de Turismo de Águas de São Pedro (distante cerca de 185 Km da Capital de São Paulo, na região de Piracicaba – Noroeste do Estado).

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Sensor controla iluminação pública. Menos luz quando não há pessoas por perto.

Para Pontes, a tendência é que mais municípios brasileiros transformem-se em smart cities nos próximos anos, mas os dividendos políticos só serão transferidos para gestores públicos que souberem falar que a tecnologia transforma-se em algo que a população sabe medir e aplaudir. “A resposta que tem de ser dada é em termos de resultado conseguido e problema resolvido”, ensina. Essa argumentação deve ser feita inclusive quando os técnicos da administração apresentam o projeto para o prefeito.

Um exemplo é o projeto de controle de iluminação de Águas de São Pedro. Quando foi dito ao prefeito que as luzes iluminariam 50% menos em certos locais, a primeira reação foi temer pela segurança, já que ficaria mais escuro. “Mostramos que isso seria feito com sensores em locais nos quais quase ninguém passa depois da 20h. Se há movimento, o sensor capta e a luz volta ao normal”, lembra Pontes. Explicado o funcionamento, o próximo passo foi medir a economia conseguida , que chegou a 30% em média no consumo da iluminação pública. Os recursos poupados foram transferidos a outras áreas e projetos.

Outra solução inteligente da Águas de São Pedro é o controle de estacionamento que melhorou a mobilidade urbana na cidade. O centro comercial do município não é composto por mais do que meia dúzia de ruas e uma avenida central. O número de vagas é reduzido para uma cidade de cerca de 3 mil habitantes que recebe 5 mil visitantes em finais de semana e 20 mil em feriados prolongados. Para organizar o estacionamento, a prefeitura instalou sensores com luzes nas vagas e criou um app para celular.

No aplicativo, o turista pode ver o mapa das ruas, escolher a vaga e reservá-la. A luz do sensor passa de verde para vermelho nesse momento. Com isso é só chegar e estacionar o veículo no local escolhido. Se o motorista não tiver o app, ele pode parar o carro em qualquer lugar com a luz verde. “A confusão diminuiu e a certeza de organização nas vagas está trazendo mais turistas e beneficiando o comerciante”, comenta Pontes.

O sucesso das duas soluções levou a prefeitura de Águas de São Pedro a usar a estrutura de telecomunicações e os parceiros de tecnologia para resolver outros problemas. A criação de uma agendamento via web para agendar consultas no atendimento médico local e o uso de biometria para identificar usuários aumentou a rapidez do serviço prestado. Outro app, o e-Cidadão, criou um canal direto de reclamação com a prefeitura e melhorou o controle de despachos para as equipes de campo.

O segredo da comunicação
A cidade tem outros projetos implantados que a caracterizam como uma smart city e mais alguns em fase de planejamento. Os alunos têm tablets e softwares especiais de educação, um app ajuda a controlar focos de dengue, etc. Mas o secretário de Turismo destaca que o que foi percebido de forma mais rápida pelos cidadãos foi o de câmeras digitais espalhadas pelas ruas para melhorar a segurança. O município não enfrenta grandes problemas de violência, o último homicídio foi há 16 anos, mas há casos pontuais e infrações que podem ser monitoradas para melhorar a rotina da cidade e reforçar o rótulo de refúgio agradável para o turista. “Cidade inteligente não se transforma em votos, é um projeto para melhorar a cidade. Mas um prefeito pode ganhar visibilidade se mostrar a economia conseguida, onde o dinheiro economizado foi usado ou dar respostas mais rápidas para a população. Não adianta falar sobre tecnologia, tem de falar em números, melhorias e problemas resolvidos”, ensina Pontes.

Show room de tecnologia
Águas de São Pedro é uma das apostas das empresas de tecnologia para popularizar o conceito de cidade inteligente. O investimento no município foi capitaneado pela Telefônica. A operadora injetou mais de R$ 2 milhões na experiência, iniciada no final de 2013, e convocou diversos fornecedores de equipamentos para particparem do projeto. “O termo está ganhando espaço, diversos prefeitos já vieram conhecer como tudo funciona e cada um tenta adaptar as soluções para suas necessidades”, aponta Eduardo Koki Iha, gerente de Inovação da Telefônica Vivo.

O conceito de cidade inteligente só se concretiza se a tecnologia trouxer novos modelos de gestão e cidadania. “Os gestores públicos conseguem informações da cidade e podem decidir melhor, surgem novos serviços ágeis e, com o tempo, o cidadão passa a ter outra relação com a cidade e pensar em negócios em cima da infraestrutura criada”, destaca Anderson Tomaiz, gerente sênior de Soluções da Huawei, uma das envolvidas no projeto.

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Fábio Pontes, secretário de Turismo, em frente aos monitores de vigilância de Águas de São Pedro

Mudando conceitos
Em novembro de 2014, o município de Itatiba (região de Campinas-SP) abriu licitação para se tornar uma cidade inteligente. A aposta na localidade é alta. Um dos problemas enfrentados por prefeitos e técnicos que querem transformar os serviços com tecnologia é conseguir apoio de outras esferas de governo e adaptar as ideias aos controles dos tribunais de contas e órgãos reguladores. Itatiba é o primeiro a conseguir mostrar o investimento em smart city como algo encaixado nessas exigências e não só um piloto. “Isso facilitará futuros projetos de cidades inteligentes”, diz Iha.

 

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Totvs anuncia acordo para incorporar Bematech

A Totvs, empresa de sistemas de gestão para negócios, anunciou acordo para a aquisição da Bematech, de automatização especializada em varejo, food service e hospitality. O negócio será realizado com valor de aproximadamente R$ 550 milhões em dinheiro e a totalidade das ações.

Foi considerado um prêmio de 56% em relação valor de mercado da Bematech de hoje, de cerca de R$ 351 milhões na bolsa. Os acionistas se reunirão para Assembleia Geral Extraordinária que será realizada, em primeira convocação, em 03 de setembro de 2015, na sede social da Companhia. De acordo com o comunicado liberado ao mercado, a Totvs vai tornar a Bematech uma subsidiária integral da companhia.

Desde sua fundação, a Totvs adquiriu mais de 50 fabricantes de softwares e soluções para ampliar seu portfólio, entre elas Datasul, RM Sistemas e BCS. A própria empresa foi formada em uma grande fusão entre Microsiga e Logocenter.

O comunicado oficial de mercado:

TOTVS e Bematech firmam proposta para criar o mais completo provedor de soluções de negócio para o Varejo

São Paulo, 14 de agosto de 2015 – TOTVS (BM&FBovespa: TOTS3), líder em software de gestão na América Latina e Brasil e líder absoluta no mercado de SMB brasileiro, com soluções de negócio integradas, incluindo software de gestão, plataformas de colaboração e produtividade para 10 diferentes segmentos de mercado, e Bematech (BM&FBovespa: BEMA3), líder em soluções de tecnologia para o varejo, food service e hospitality e presente, com suas soluções de hardware e software, em mais de 50% dos checkouts dos estabelecimentos automatizados do Brasil, representando mais de 500 mil pontos de vendas, anunciam uma reorganização societária proposta por seus Conselhos de Administração a seus respectivos acionistas.

Juntas, TOTVS e Bematech atendem a toda a cadeia do varejo e combinarão know-how em varejo físico e e- commerce, além dos seus portfólios de soluções especializadas nos mais diversos subsegmentos do varejo: food service, supermercados, atacarejos, vestuário e calçados, lojas e magazines, eletroeletrônico, material de construção, farmacêutico, hotelaria, concessionárias de veículos, transporte de passageiros, entre outros.

O varejo é um dos principais motores da economia brasileira, respondendo por mais de 50% das mais de 4,6 milhões de empresas formalmente estabelecidas no Brasil, segundo o IBGE. Para se tornar mais competitivo, o Brasil precisa elevar a eficiência e produtividade das empresas, que em especial neste setor se tornarão cada vez mais digitais.

Essa união de TOTVS e Bematech reforçará a criação de valor aos clientes do segmento de varejo, que passam a contar com o mais completo portfólio de soluções e inovações e com a mais ampla cobertura nacional. A rede de distribuição da Bematech conta com mais de 5 mil revendedores que se somam à rede nacional de distribuição da TOTVS.

“Esse movimento com a Bematech, referência de inovação no segmento de varejo, representa um passo importante na nossa estratégia de expansão, que se iniciou com a consolidação do mercado de ERP, seguido de um aumento da especialização por segmento e agora entra na sua terceira fase com a consolidação de cada um desses segmentos” diz Laércio Cosentino, CEO e fundador da TOTVS.

“A estratégia que a Bematech tem adotado desde a sua fundação está alinhada com o direcionamento estratégico da TOTVS. Somos hoje a maior e mais completa empresa de software do país e a Bematech ampliará enormemente nossa presença no segmento de varejo, unindo nossa tecnologia e inovação com o conhecimento único, portfólio integrado e grande capilaridade de distribuição da Bematech” diz Rodrigo Kede, Presidente da TOTVS.

“A Bematech tem como missão tornar o varejo mais eficiente. Nesta oportunidade de união com a Totvs vislumbramos a possibilidade de ampliar significativamente a nossa oferta, agregando tecnologia e gerando valor para nossos clientes, acionistas e colaboradores”, diz Cleber Morais, CEO da Bematech.

REORGANIZAÇÃO SOCIETÁRIA
A reorganização societária será submetida à aprovação das assembleias de acionistas de ambas as companhias e à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE). Uma vez aprovada, a reorganização será implementada por meio de incorporação de ações de Bematech por uma subsidiária integral TOTVS (Makira II) e, concomitantemente, pela incorporação dessa subsidiária pela TOTVS, resultando na migração da base acionária da Bematech para a TOTVS.
Os acionistas da Bematech que aderirem à reorganização receberão em troca de suas ações R$9,35 (ex- dividendos) e 0,043421048 ações TOTVS ON (TOTS3). Esses montantes não contemplam o valor de R$0,1585, que será distribuído a título de dividendos intermediários aos acionistas da Bematech. Essa reorganização societária resultará em uma operação combinada com receita líquida de R$ 2,2 bilhões em 2014.



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