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Ford amplia o uso da tecnologia dos carros com óculos em realidade mista

A Ford está expandindo globalmente o uso da tecnologia de realidade mista HoloLens, da Microsoft, para ganhar velocidade no desenvolvimento de seus veículos. Usando os óculos especiais que projetam hologramas sobre um modelo real, os designers podem mudar instantaneamente vários elementos do carro, como grade, espelhos, faróis e outros detalhes, que antes dependiam da moldagem em argila para ser observados – veja abaixo. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

De forma pioneira, a Ford testa essa ferramenta há um ano nos estúdios em Dearborn e agora está expandindo o seu uso para todo o mundo. Com os óculos HoloLens, basta rolar um botão para ver variações de forma, tamanho e textura de partes do carro, em imagens de alta qualidade projetadas sobre um carro ou modelo de argila real. Assim, um trabalho que poderia demorar semanas é realizado em questão de horas.

“É incrível poder combinar o antigo e o novo – modelos de argila e hologramas – para ganhar tempo e interagir rapidamente na criação de um veículo”, diz Jim Holland, vice-presidente de engenharia de componentes e sistemas da da Ford. “O HoloLens é uma ferramenta poderosa de design nessa época de mudanças rápidas, em que temos de reinventar os veículos e as experiências de mobilidade.”

“Ainda não podemos nos teletransportar, mas com o HoloLens conseguimos revisar projetos 3D com designers e engenheiros de todo o mundo em tempo real”, completa Craig Wetzel, gerente de operações técnicas de design da Ford. “E apenas arranhamos a superfície, as possibilidades para o futuro são quase ilimitadas, o que é muito empolgante.”

Vendo o futuro
O HoloLens escaneia e mapeia o ambiente enquanto o designer anda em torno de um carro real. Usando um computador com Windows 10 e um dispositivo holográfico integrado, os óculos renderizam hologramas e imagens a partir do ângulo que o carro é visto. E fazem isso com precisão muito maior que um GPS e de forma totalmente móvel, diferentemente de outros óculos que precisam ser conectados por cabos a um computador.

As imagens holográficas em 3D permitem aos designers, por exemplo, checar a visão que o motorista terá no retrovisor e realizar em questão de horas o estudo de uma grade que levaria semanas no sistema tradicional. Os óculos também podem ser sincronizados para vários membros da equipe verem um projeto simultaneamente e permite que eles gravem comentários de áudio – como “notas adesivas” de alta tecnologia – para colegas que trabalham em locais e fusos horários diferentes.

A Ford estuda também a aplicação do HoloLens em outros processos de desenvolvimento de engenharia para reforçar sua liderança no uso de tecnologias avançadas de visualização, como a realidade virtual.

“O HoloLens permite que toda uma equipe colabore, compartilhe e experimente ideias junto”, diz Elizabeth Baron, especialista em realidade virtual e visualização avançada da Ford. “A mistura de modelos virtuais e físicos é emocionante porque ajuda a comunicar e ver de forma eficaz como será o produto desde o início do processo. Isso traz grande liberdade e eficiência na criação de protótipos.”

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Seu produto é mesmo o que o mercado deseja?

por Thiago Chueiri *

Você conhece um autor norte-americano chamado Jerome McCarthy? É dele o conceito de Marketing Mix, ainda na década de 60 (depois superdemocratizado por Philip Kotler), segundo o qual qualquer empreendedor com visão de longo alcance deve se ater a quatro Ps: Produto, Preço, Praça e Promoção.

Trocando em miúdos, ele estabelece que as empresas que mais se desenvolvem no mercado são aquelas que passam por um processo de planejamento constante. Parece óbvio, mas o caminho que leva a essa capacidade de estar sempre presente no mercado com seus produtos é uma arte complexa. A premissa vale para grandes empresas e, ainda mais, para as PMEs.

Repense a pergunta que abre este artigo: você tem mesmo o produto ou serviço adequado às expectativas do público? Ficou na dúvida? Pois saiba que, para vencer no mercado, é preciso juntar as duas pontas: consumidor e produção. Para isso, é necessário testar, adaptar e ajustar seu produto/serviço para, aí sim, conquistar consumidores. Isso porque, mais do que em qualquer outra época, a concorrência se tornou gigantesca – lembre-se de que o mercado nunca foi tão global como agora – e novas tecnologias surgem todos os dias para complicar ainda mais o cenário.

Tenha em mente, portanto, que aquele modelo tradicional de empresa típica do século passado, capaz de criar produtos/serviços por iniciativa própria e sair a campo apenas para vendê-los, já está bastante caduco. Sem identificar as necessidades e as demandas do público-alvo (deve ser definido antes de qualquer outra coisa), não há grandes chances de êxito no mercado atual.

É aí que entra um outro conceito no qual gosto muito: os quatro As de Raimar Richers (Análise, Adaptação, Ativação e Avaliação), as quais dizem respeito mais ao marketing de um produto do que à produção em si. Richers, consultor de empresas nascido em Zurique, na Suíça, foi um dos professores-fundadores da EAESP/FGV e escreveu um livro fundamental para se entender o marketing no País – Marketing: uma visão brasileira, infelizmente fora de catálogo.

Para ele, é preciso, antes de tudo, identificar os diversos players e stakeholders e suas interações com a empresa, via pesquisa de mercado e sistema de informação em marketing.

Em seguida, adequar as linhas de produtos ou serviços ao “meio ambiente” identificado após análise dos dados coletados na pesquisa. Aqui Richers elenca design, embalagem, marca e preço, entre outros fatores que podem fazer diferença na hora de levar um produto/serviço para fora da empresa. E também reflete sobre a importância de um serviço pós-venda de qualidade.

Um ponto fundamental para o sucesso é a ativação do produto/serviço, que depende, segundo o especialista, da seleção dos canais para distribuição, a logística (a qual compreende entrega e estocagem) e uma boa comunicação (que leva em conta a publicidade propriamente dita e também a promoção de vendas, um eficaz sistema de relações-públicas e, em menor grau, merchandising).

Por fim, manter tudo isso em regime de avaliação constante. É o que Richers chama de “auditoria de marketing”.

Mas, atenção: não adianta nada saber o que o consumidor quer se você não é capaz de criar produtos/serviços com diferenciais claros ou exclusivos, e, por consequência, melhores do que os oferecidos pela concorrência. Além disso, com a ruptura de paradigma patrocinada pelo conceito de “consumo consciente”, é preciso fomentar também o envolvimento genuíno de todas as áreas da sua empresa para dar conta desse novo consumidor – muitas vezes mais afeito à cultura da empresa do que a seus produtos/serviços em si.

A verdade é: nunca foi tão complexo trabalhar o mercado quanto agora. Não basta produzir com qualidade verificável, mas também se tornar 100% confiável. Eis uma tarefa que manteria McCarthy e Richers ocupados por mais um par de anos.

* Thiago Chueiri é diretor de Desenvolvimento de Negócios do PayPal Brasil

 

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Marketing em tempos de maior conexão

*Por João Bosco

O papel do marketing é conectar uma organização ao mercado, de forma a beneficiar o cliente e a empresa. Em termos simples, o marketing é responsável por garantir que a empresa possa abordar de forma única, diferenciada e lucrativa uma…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…necessidade discernível no mercado. Para conseguir isso, o marketing deve ser o porta-voz do cliente e da empresa.

No entanto, a voz do cliente é, hoje, a influência dominante sobre a definição das marcas. Estas não são mais baseadas na promessa de valor desenvolvida pelas organizações. A reputação de uma empresa é agora definida pelas ações e experiências entregues ao cliente.

Isso tornou o papel do marketing muito mais complexo, pois, além de exigir maior conexão com os clientes, passou a envolver outras áreas da empresa, além de demandar a contratação de uma assessoria de imprensa. Esta conexão aumentada também ocorre quando pessoas ou equipes não trabalham no mesmo escritório. Muitas vezes, membros da equipe estão em diferentes locais físicos, por vezes, em outros Países e fusos horários distintos. Ocorre também em organizações que adotam trabalho à distância e/ou flexibilidade de horário.

Neste cenário, como você poderá manter direção, prioridades, coesão, consistência e fluxo de conhecimento, lidando com equipes distribuídas e tarefas que exigem maior complexidade? Daí a importância de inovar sua maneira de trabalhar. Uma delas é que permita que equipes trabalhem juntas, independentemente da localização, de forma fluida e ágil, conectada e altamente produtiva.

Adotar os princípios ágeis – agile principles – requer certa ousadia dos líderes de marketing. Em contrapartida, quem aceitar este desafio terá a oportunidade de liderar o caminho nesta transformação e se elevar acima de seus pares.

A Agile Methodology foi adotada por desenvolvedores de software e é uma alternativa ao gerenciamento de projetos tradicionais. Isso ajuda as equipes a responder à imprevisibilidade e a mudanças ou necessidades de mercado desconhecidas através de cadências de trabalho incrementais e interativas, conhecidas como sprints. Ele fornece uma abordagem alternativa ao desenvolvimento sequencial, pensamento tradicional e planejamento de longo prazo, inspecionando o trabalho em intervalos curtos e regulares, e fazendo os ajustes de curso conforme necessário.

Se pensarmos em tomar o Manifesto Agile de forma análoga para as atividades de marketing, podemos imaginar algo como:

A tecnologia deve possibilitar a proximidade pessoal e a funcionalidade de um escritório físico em uma experiência on-line. Se os funcionários e/ou clientes estão separados pela distância física, a tecnologia deve elevar sua capacidade de se envolver, se conectar e alcançar seus objetivos. Essa é a forma que as equipes de marketing deveriam pensar em tempos de conexão aumentada.

*João Bosco é VP de Desenvolvimento de Negócios e Sócio da Doxa Advisers; Pós-Graduado em Marketing e Gestão Industrial pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); e Especialista em TI aplicada à Gestão Pública

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Saúde bucal dos animais domésticos requer cuidados

Gengivite e perda dentária em cães são os principais problemas ocasionados pela falta de escovação

Assim como os seres humanos, a saúde do animal também começa pela boca. A falta de escovação pode ser porta de entrada de bactérias responsáveis pela propagação de doenças como…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…inflamação na gengiva e até cardíacas, que podem evoluir para óbito. “Por isso investir na prevenção, com a escovação diária, após as refeições deve ser prioridade. O aumento da longevidade dos cães e gatos tem elevado também infecções causadas a partir da boca” alerta o médico veterinário do Hospital Veterinário da Anhanguera, Felipe Truisi.

Mas nem sempre é uma tarefa simples. “No início é importante acostumar o animal a se familiarizar com a escovação, para que seja um processo prazeroso. Inicialmente a limpeza deve ser feita com um pedaço de algodão enrolado no dedo, realizando movimentos sutis e sempre recompensando o animal para cada comportamento positivo. Caso ele rosne ou tente morder, pare com o processo e dê um determinado tempo até que se acalme.

Quando o animal demonstrar bom comportamento, não deixe de fazer afagos, carinhos e dar recompensas, como petiscos. Após se acostumar com o algodão, deve então passar para a dedeira de silicone e adicionar uma pasta dentária própria para cães e gatos”, recomenda Felipe.

Segundo o médico veterinário, a escova dental ideal é a que tem as cerdas nos dois lados: uma parte para escovar os dentes da frente (incisivos, caninos e alguns pré-molares), e o outro lado, para escovar os dentes da parte posterior, ou de trás (alguns pré-molares, molares). “No mercado existem diversas escovas para os animais, assim como os enxaguantes bucais para cães, que são despejados no pote de água do animal. Além disso, há diversos utensílios que ajudam na limpeza dos dentes tais como, ossinhos e brinquedos, entretanto, não há nada mais importante ou até mesmo que substitua a própria escovação dentária”, reforça o médico veterinário.

Prevenção
Além de realizar a escovação diária, o tutor também deve estar atento a alguns sinais que os animais podem apresentar quando estão com problemas dentários. “O primeiro sinal é mau hálito, outro sinal importante é falta ou queda no apetite, alguns animais ainda podem ter em casos mais severos sangramentos e até mesmo chegar a úlceras bucais”, alerta.

Segundo ele, os problemas odontológicos mais comuns em pequenos animais, é a doença periodontal, que pode levar posteriormente há perda dos dentes. “Há também as fraturas dentárias, sendo mais comum em animais de porte grande, como labrador, golden retrivier e pastor alemão, levando a uma exposição da polpa dentária, na qual deverá passar por procedimento para recuperar esse canal. Há também, porém com uma menor incidência tumores na cavidade oral. Já nos felinos, nós também diagnosticamos a doença periodontal, porém os felinos também possuem suas enfermidades características como lesões por reabsorção óssea, úlceras na boca, e graves gengivites”, comenta.

O Hospital Veterinário da Anhanguera realiza atendimento clínico e cirúrgico aos pequenos, bem como realização de exames complementares, como ultrassom, raio-x, exame de sangue, entre outros. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 4362.9064 ou e-mail hvetabc@gmail.com.

SERVIÇO
Hospital Veterinário da Anhanguera
Local: Av. Dr. Rudge Ramos, 1.701 – Rudge Ramos – SBC
Informações: (11) 4362.9064 | hvetabc@gmail.com

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Hyundai lança versão Sport, com visual mais arrojado, para o SUV Creta

A Hyundai amplia a gama de versões do SUV Creta, a partir de novembro, com o Hyundai Creta Sport. Pensado para aqueles que buscam um estilo de vida com aventura e ousadia, mas não abrem mão de amplo espaço interno, conforto, conectividade e um dos maiores porta-malas do segmento, o veículo traz motor 2.0 de 166 cv e 20,5 kgf.m de torque e diversos detalhes em tons de preto, além de exclusivas rodas de liga leve diamantadas de 17 polegadas.

“O Hyundai Creta Sport é o próximo passo para quem deseja um SUV compacto que se diferencie, com personalidade, em meio a tantas opções disponíveis atualmente”, comenta Cassio Pagliarini, diretor de Marketing da Hyundai Motor Brasil. “A versão traz uma combinação única e arrojada de itens para o Brasil, além de equipamentos altamente valorizados pelos clientes, principalmente os que carregam aventura em seu estilo de vida, como um motor potente, central multimídia, grande espaço para ocupantes e bagagens e, acima de tudo, um preço altamente competitivo, abaixo dos R$ 100 mil”, completa o executivo.

Externamente, o Hyundai Creta Sport chama a atenção pelo exclusivo pacote Black Design, que “pinta” de preto brilhante detalhes que fazem a diferença. O kit traz para-choque frontal com contorno da grade hexagonal em preto brilhante e, no mesmo acabamento, barras de teto longitudinais, retrovisores com luz indicadora de direção, protetores de para-choque dianteiro e traseiro, além de faróis com projetor e luz diurna DRL de LED com marcação em preto no interior.

Por dentro, o Hyundai Creta Sport recebe o pacote Sport Luxury, que oferece bancos de couro e tecido pretos, volante revestido de couro, detalhes em preto fosco metalizado, que garantem um toque de sofisticação, e acabamento interno de teto também na cor preta.

Equipado com o já conhecido motor 2.0l de 166 cv e 20,5 kgf.m de torque, um dos mais potentes do segmento, acoplado ao câmbio automático de seis velocidades, o Hyundai Creta Sport conta com inúmeros itens de conforto e conveniência para tornar a vida a bordo o mais agradável possível.

Começando por ar-condicionado automático digital, saída de ar para os bancos traseiros, direção elétrica progressiva, vidros elétricos one-touch com abertura e fechamento automático pela chave, retrovisores externos com ajuste elétrico e luz indicadora de direção, computador de bordo, piloto automático com controles no volante e acendimento automático dos faróis (sensor crepuscular).

Completa o pacote de conforto a central multimídia blueMedia®, que tem tela sensível ao toque de 7 polegadas, conectividade por Google Android Auto e Apple CarPlay, e câmera de ré com linhas dinâmicas. O sistema oferece ainda streaming de áudio, acesso à agenda e histórico de chamadas, MP3 player, reprodutor de fotos e vídeos, conexões USB/iPod e AUX, e comandos de áudio e Bluetooth no volante.

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Empresas de tecnologia abrem 400 vagas em vários estados

No segundo trimestre de 2017, a taxa de desocupação no Brasil foi de 13%, 1,7 ponto percentual maior que o mesmo período do ano passado, de acordo com o IBGE. Isso significa que entre janeiro e março um a cada 10 brasileiros não tinha emprego. Santa Catarina tem a menor taxa de desocupados do país (7,5%) e o setor de tecnologia segue à procura de novos profissionais: são cerca de 400 vagas abertas em empresas catarinenses em todo o Brasil.

Entre elas, a Resultados Digitais, de plataformas de automação de marketing, que já contratou 160 pessoas no ano e ainda tem 70 vagas em aberto para Florianópolis (SC). A Hostinger Brasil está com 34 vagas abertas para diversas áreas também em Florianópolis: Assistente de Vendas, Assistente de Suporte, Tradutor (Inglês), Jornalista, Designer e Assistente de Marketing. Interessados devem enviar e-mail para rh@hostinger.com.br.

A Senior tem 26 oportunidades abertas para Blumenau/SC, além de outras oito em cidades como Belo Horizonte, Recife e São Paulo. A Softplan conta com 28 vagas abertas para Florianópolis/SC e três vagas para Cuiabá/MT, Brasília/DF e Fortaleza/CE.  A Visto Sistemas e a Pipz.com têm 14 vagas abertas cada uma para Campinas e Florianópolis.

A IPM Sistemas, de soluções baseadas na computação em nuvem para a gestão pública, está com 23 vagas abertas para Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. Os interessados devem acessar o site da empresa. A HBSIS, empresa especializada em sistemas de logística, vendas e soluções de TI, está com 11 vagas disponíveis para Blumenau. A Involves, empresa de tecnologia que desenvolve soluções para o segmento de trade marketing, por sua vez, tem dez vagas abertas para Florianópolis e São Paulo.

A Vista precisa preencher 12 vagas para Desenvolvimento, Comercial, Implantação, CS e Suporte em São José/SC. Interessados podem se candidatar através do e-mail rh@vistasoft.com.br. A Portal Telemedicina conta com dez oportunidades para Florianópolis/SC e cinco para São Paulo. O Grupo Nexxera abriu dez oportunidades de trabalho em Florianópolis. A Neoway, oito vagas: três para a unidade de Florianópolis – Advogado Societário, Analista de BI e Analista de Suporte – e cinco para São Paulo/SP – Advogado Societário, Recepcionista, Cientista de Dados, Executivo de Vendas  (Comercial), Head de Vendas. Currículos devem ser enviados para dho@neoway.com.br. A Arctouch tem nove oportunidades de emprego para a sede de Florianópolis.

A Pixeon conta com nove vagas: para Florianópolis, Salvador e São Bernardo do Campo. As informações podem ser acessadas aqui. A Construtech Ventures tem seis vagas abertas em Florianópolis. A UpPoints também tem cinco vagas abertas para a capital de SC. A HostGator, provedora de hospedagem de sites, abriu quatro vagas para o escritório em Florianópolis. TotalVoice localizada em Palhoça/SC tem quatro vagas. A Disruptiva também tem quatro vagas abertas para Florianópolis.

A OSTEC Business Security, especializada no desenvolvimento de soluções para segurança da informação, tem cinco vagas abertas para Tubarão/SC: Analista de infraestrutura pleno, Sales Development Representative (SDR), Líder/coordenador de marketing, Desenvolvedor frontend e Desenvolvedor backend. Currículos devem ser enviados para cv@ostec.com.br. A Chipus Microeletrônica está com cinco vagas abertas para sua sede em Florianópolis. A Qi Network está com uma vaga aberta para consultor de vendas externo de Soluções Cloud Computing para atuar em Minas Gerais. Interessados devem enviar seus currículos através do site www.qinetwork.com.br/trabalhe-conosco.

Mais startups
A startup Kiper está com 27 vagas abertas para Florianópolis. A Seventh tem duas vagas para Florianópolis. A Moblee, empresa de aplicativos para evento de Florianópolis, está procurando colaboradores para quatro vagas. A Smarket, empresa de Florianópolis que trabalha com uma solução voltada para auxiliar o varejista na tomada de decisão em relação a suas promoções está com duas vagas abertas para Desenvolvedor. Interessado podem enviar o currículo para o email pessoas@smarketsolutions.com.br.

A Cata Company tem uma vaga para Atendente Suporte ao Cliente e o candidato precisa enviar o currículo para cvbanco@peopleti.com.br. A Meetime procura Analista de Customer Success e interessados devem entrar em contato com diego@meetime.com.br. Já a Especifique[me] está com uma vaga aberta de Full Stack Developer e os candidatos podem enviar e-mail para andre@especifiqueme.com.br.

Já em Joinville/SC, a Treasy oferece 15 vagas, a ContaAzul tem dez vagas a Asaas, plataforma de gerenciamento de pagamentos para microempreendedores individuais, está com três vagas e a Meus Pedidos, duas oportunidades.

 

Acesse os outros sites da VideoPress

Portal Vida Moderna – www.vidamoderna.com.br

Radar Nacional – www.radarnacional.com.br

Abrindo o mundo para aspirantes a marinheiras da África: Celebrity Cruises anuncia parceria inédita

A primeira contratação da parceria simboliza um importante passo para a diversidade na indústria maritima e de cruzeiros

A Celebrity Cruises anuncia uma parceria única com a Regional Maritime University (RMU) em Gana. Pela primeira vez na história da indústria de cruzeiros, oficiais náuticas femininas de um país da África Ocidental serão abertamente recrutadas, através do…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…novo Programa de Cadetes da Celebrity em parceria com a RMU.

Junto com o anúncio, a companhia também está animada por receber a primeira oficial do programa, a cadete Nicholine Tifuh Azirh, formada pela RMU e que agora faz parte da equipe da ponte de comando a bordo do Celebrity Equinox.

A parceria com a RMU surgiu quando a presidente e CEO da Celebrity Cruises, Lisa Lutoff-Perlo, se reuniu com estudantes da Fraternidade Mandela Washington na Florida International University (FIU). Lá, conheceu Tifuh Azirh, que compartilhou sua inspiradora história de perseverança; Tifuh Azirh fez duas graduações, continuou se aperfeiçoando e mesmo assim não conseguiu oportunidades na indústria marítima, apesar do seu desempenho acadêmico, atuação como professora na RMU e sua experiência como cadete.

“Depois de ouvir a história de Nicholine, eu me encontrei com nosso Vice-Presidente de Operações Marinhas Globais, Patrik Dahlgren, para ver o que precisávamos fazer para dar a ela, e outras, as oportunidades pelas quais elas batalharam. Um ano depois, estou animada em compartilhar as novidades da nossa parceria com a RMU e em dar boas-vindas a Nicholine a bordo “, disse Lutoff-Perlo. “Nicholine não é apenas uma nova contratação, ela simboliza a esperança de mulheres em todo o mundo que sonham em trabalhar em uma indústria muito masculina; ela é o rosto de nossa parceria líder no setor; e ela é um exemplo incrível do compromisso da Celebrity Cruises em abrir os horizontes do mundo”.

“O sucesso de Nicholine é o sucesso do nosso mundo inteiro. Sua história mostra o poder de parcerias ‘ganha-ganha’ e o impacto positivo que elas têm em nossas comunidades – e além”, disse o presidente da FIU, Mark B. Rosenberg. “A FIU orgulha-se de ser a única universidade na Flórida a acolher o programa Mandela Washington Fellows do Departamento de Estado – e usar nossos recursos, talentos e parcerias para ajudar a preparar a próxima geração de líderes mundiais. Estamos tão orgulhosos em fazer parte da jornada de Nicholine para uma carreira de sucesso!”

“O objetivo da nossa parceria com a RMU é inspirar e revolucionar normas sociais que pesam sobre as mulheres nas nações da África Ocidental, como o Gana”, disse Patrik Dahlgren, Vice-Presidente de Operações Marítimas Globais, Celebrity Cruises. “Nicholine é nossa primeira cadete e também pioneira para as mulheres em seu país; seguindo em frente, vamos continuar a avaliar candidatas e impulsionar o desenvolvimento de um setor para oficiais marítimas em uma parte do mundo que tradicionalmente não atende as oficiais do sexo feminino”.

Tifuh Azirh se juntou à família Celebrity Equinox em 27 de agosto de 2017.

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Moda Sustentável muda a forma de consumir e empreender do jovem brasileiro

Novos materiais tipicamente brasileiros são testados todos os dias para criar roupas sustentáveis; no exterior, o país já está sendo apontado como polo de produtos inteligentes, simples e ecológicos

A indústria da moda quadruplicou na última década no Brasil. Mas o que é uma ótima notícia também tem o seu lado negativo: esse segmento é o segundo mais poluente, depois do petróleo. Para tentar reverter esse quadro, a tendência de se criar uma moda sustentável fica mais…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…forte a cada ano. E é o jovem o principal impulsionador dessa mudança de comportamento, seja como consumidor, seja como empreendedor. Ele quer saber a origem do produto que está consumindo, buscando não apenas de onde vem a matéria-prima, mas também onde a roupa foi fabricada e quais são as relações de trabalho envolvidas no processo de produção.

A questão da sustentabilidade não é socialmente correta apenas para o meio ambiente e para as relações de trabalho. Ela também vem se tornando uma grande ferramenta de alavancagem das vendas, não só pelo que representa de positivo para a sociedade, mas pelo valor agregado ao produto. Por isso, as novas marcas vêm refletindo essa tendência, produzindo algo efetivo para preservar o planeta e assim conquistando o consumidor jovem, antenado com as questões ambientais.

Marco Lobo, Coordenador de Design do SENAI CETIQT, no Rio de Janeiro, comenta que a tendência da sustentabilidade já está modificando inclusive o currículo universitário, uma vez que os estudantes se interessam por desenvolver novos produtos com base no reaproveitamento de outros.

“O Brasil tem uma riqueza cultural incrível em termos de fibras e novos materiais e em nossos laboratórios trabalhamos para testar a aplicabilidade desses recursos. Por ora, estamos pesquisando de que forma a folha da bananeira pode virar um novo tipo de seda”, explica o coordenador do SENAI CETIQT, principal centro formador de mão de obra para a cadeia têxtil e de confecção do país. Ele enfatiza que o curso de Design de Moda está sendo repensado com essa concepção de futuro sustentável, para que o estudante seja um gestor de moda com a visão de criar um produto utilizando o mínimo possível de energia, tecido e água.

O educador lembra que já há uma boa percepção de nosso país no exterior, o que pôde ser constatado em solenidades de premiações na área de Design. “O Brasil já está sendo apontado como polo de produtos inteligentes, simples e verdes. Esse é o mote para que a indústria veja que o verde vende”, complementa Marco Lobo.

Sim, o sustentável vende e uma das principais formas que o comprador escolheu para utilizar esse tipo de produto é a internet. Pesquisa realizada pela e-bit, que mede a reputação das lojas virtuais por meio de pesquisas junto aos consumidores, apontou que o e-commerce brasileiro movimentou em 2015 mais de R$ 41 bilhões. E as plataformas online são uma excelente maneira para expor as peças das novas marcas sustentáveis, pois é uma ferramenta de baixo custo onde pequenos empreendedores podem mostrar seu produto, atingir o consumidor final e ainda testar se o que eles estão produzindo e vendendo está na direção certa.

Mas e as grandes marcas, o que têm feito para também surfarem nessa onda sustentável? De acordo com Marco Lobo, essa consciência de moda sustentável está chegando às grandes redes, que já percebem essa migração dos consumidores e começam a buscar formas de estarem presentes com roupas e acessórios que respeitam esse conceito. Por exemplo, algumas redes já trabalham a possibilidade de quando o consumidor for comprar uma nova peça, levar uma antiga para obter desconto. O maior empecilho é a percepção de que o sustentável é caro, ideia que ainda domina os consumidores mais tradicionais.

“A sociedade brasileira em geral vê a necessidade, percebe a questão do verde, do sustentável, mas muitas vezes não quer pagar por essa diferença. A melhor forma de sensibilizar esse consumidor é fazê-lo enxergar de que maneira o consumo inconsciente afeta a sua vida e o seu entorno. É fazê-lo se sentir pertencente ao processo, entendendo que ele vai efetivamente ajudar outras pessoas e ver mudanças ao seu redor. Um exemplo disso é quando uma marca ajuda toda uma comunidade treinando e recrutando moradores para trabalharem na produção de suas peças. Isso é um processo de design sustentável”, explica o coordenador do SENAI CETIQT.

E a Indústria 4.0, que chega ao mercado têxtil nos próximos meses, é o melhor exemplo do futuro sustentável na moda. Considerada a quarta revolução industrial, esse novo olhar para a fabricação de roupas une novas tecnologias com a internet, gerando processos de produção mais eficientes, customizáveis e sustentáveis.

“Em breve um cliente irá chegar em um ponto de venda físico ou online de uma marca, fará a customização do produto conforme o seu gosto pessoal e os dados de seu corpo, bem como da cor e do tipo de estampa, que serão enviados via link para a indústria, que irá confeccionar a roupa e enviá-la para a sua residência ou fazer a entrega em mãos”, explica Marco Lobo, que complementa: “Com um nível de customização avançado, vamos eliminar várias etapas do processo produtivo, inclusive desperdícios, barateando o produto”. Ele dá como exemplo a questão de estoque e logística, pois as marcas não irão mais precisar ter um estoque enorme com todos os modelos, cores e tamanhos.

“O consumidor vai escolher e comprar algo que se encaixe nos seus desejos e necessidades. Esse é um momento único quando falamos de moda. É uma nova forma consciente de consumo, um novo perfil de economia colaborativa”, conclui Marco Lobo, do SENAI CETIQT.

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Google compra divisão de celulares da HTC por US$ 1,1 bi

O Google oficializou a compra da divisão de celulares da HTC, conforme as especulações que vinham tomando conta do mercado. Por US4 1,1 bilhão, parte do time da taiwanesa HTC será integrada ao negócio de smartphones da titã de tecnologia e internet. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

O acordo era esperado. As ações da HTC estavam paralisadas na Bolsa de Valores de Taiwan, esperando um comunicado oficial e havia uma reunião marcada no board da empresa para definir o futuro da divisão de celulares. O executivo de hardware do Google, Rick Osterloh, disse em um comunicado: “estes futuros colegas Googlers são pessoas incríveis com as quais já trabalhamos com dedicação na linha de smartphones Pixel”, acrescentando que o acordo inclui uma licença não exclusiva para a propriedade intelectual da HTC.

Não é a primeira tentativa do Google entrar no modelo de software-hardware próprios de smartphones, uma estratégia consagrada pela Apple. A companhia havia comprado a Motorola, em 2011, por US$ 12,5 bilhões. Na época, a estratégia foi considerada essencial para deslanchar os planos de ser uma concorrente de igual para igual com a Apple. Mas, apenas três anos depois, a Motorola foi repassada para a Lenovo por US$ 2,91 bilhões.

Por isso, a nova tentativa é vista com desconfiança. Não está claro o que vai ocorrer com a compra. É bem verdade que os smartphones da HTC estão mais encaixados com a demanda atual do que os da Motorola estavam na época. Os features da marca agradam os usuários e os designers e engenheiros mostram que entendem do que fazem.

IoT
O mundo da internet das coisas (IoT) também está mais desenvolvido e o fruto dessa união deve ir além dos smartphones. Em 2016, o Google contratou o ex-diretor de operações da Motorola, para torná-lo o chefe total de hardware. Pouco tempo depois, o smartphone Pixel saiu. O aparelho é todo construído com ideias diretas do Google. Logo em seguida, vieram o dispositivo de realidade virtual Daydream e o assistente de casa inteligente Google Home.

A empresa também dá passos concretos para entrar no mundo dos chips. No começo de 2017 contratou Manu Gulati, que era designer-chefe de chips na Apple. Esse segmento, no mobile, mudou no decorrer dos anos e tem domínio de quem usa a arquitetura ARM. Possui marcas como Samsung, Qualcomm e Huawei, além de mais algumas, cada uma com características próprias. Um chip Google garantiria o aprimoramento de funções exclusivas.

Está claro que a empresa quer dominar os chips, o sistema operacional e os aparelhos para com isso fechar o círculo que já possui nas buscas e serviços baseados na internet. Desta trinca planejada, somente o hardware vinha tropeçando. A HTC é mais uma tentativa de reestabelecer o direcionamento dessa estratégia.

Essa notícia você viu primeiro no Portal VOIT

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O sucesso das organizações exponenciais

*Por Raphael Ozawa

Uber, Waze, Airbnb e Netflix são empresas que têm uma coisa em comum: são organizações exponenciais, ou seja, que se tornaram potências tecnológicas em seu ramo de atuação. Um dos quesitos que difere as organizações exponenciais das tradicionais é…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…que elas são capazes de escalar, isto é, crescer com facilidade sem que para isso precisem aumentar sua estrutura interna.

E o que é crescer de forma exponencial? Significa gerar um resultado no mínimo dez vezes maior do que os outros players do mercado. Quando falamos em resultado, podemos falar em número de clientes, filiais, franquias, faturamento, entre outros. Outra característica primordial desse tipo de empresa é que a base do seu negócio é a informação, ou seja, a empresa que possuir como ativo a informação, tem o grande diferencial para se tornar exponencial.

No Brasil, o que observamos são iniciativas que utilizam modelos existentes no exterior e que aqui são replicados com sucesso. Um bom exemplo é a 99 e a BlaBlaCar, empresa europeia que cresceu no Brasil por se encaixar tão bem com as nossas características culturais.

Então, quem deveria se preocupar com o cenário em que vivemos hoje? As grandes corporações! O negócio delas está ameaçado por empresas digitais. E isso pode acontecer, de repente, em um espaço de dois anos. Além da lentidão característica dessas grandes corporações, elas têm um outro ponto que as tornam vulneráveis: sua estrutura atua como um sistema autoimune. Ou seja, uma imensa massa de pessoas que sobrevivem do modelo tradicional dentro dessa hierarquia e que impedem que ideias disruptivas ganhem adesão.

Poucas empresas estão se reinventando e não imaginam o risco que correm. O mercado está repleto de players em rápido crescimento que já nasceram digitais com um olhar mais aguçado e com a disrupção na veia. Por isso, a dica é, apostem na tecnologia para crescer e se equiparar às organizações exponenciais. O futuro é agora!

*Raphael Ozawa é sócio e facilitador na área de Sucesso do Cliente da HE:labs, empresa global de tecnologia que viabiliza a transformação digital para grandes marcas.

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O que a arquitetura de dados pode fazer pelo Varejo?

* Por Mauricio de Paula

O mundo como conhecemos hoje vem assistindo a uma explosão de dados sem precedentes. De acordo com o IDC, o volume de dados gerados até 2020 será de 40 zettabytes (1 zettabyte é equivalente a um bilhão de terabytes), o que representa um crescimento de 50 vezes em relação a 2010. Tão impressionante quanto esse aumento é a mudança na forma com que esses dados estão sendo gerados, pois cada vez mais eles vêm de fontes não estruturadas, como sensores, e-mails, mídias sociais, GPS, vídeos, etc. Ainda segundo o IDC, 90% de todos os dados criados na próxima década surgirão de maneira não estruturada, sem modelos pré-definidos ou organização.

Em meio a esse cenário, ocorreu recentemente, no início de agosto deste ano, mais uma edição do Singularity University Global Summit, em São Francisco – USA, evento que trata sobre o futuro dos negócios, da tecnologia e da humanidade. Alguns dados interessantes extraídos após 3 dias de evento:

– Em 2010, 1,8 bilhão de pessoas estavam conectadas à internet. Em 2017 são 3 bilhões. Entre 2022 e 2025, será o mundo inteiro.

– As ferramentas do nosso tempo são big data e inteligência artificial, sob suas variadas formas.

– Em 2020, 85% das interações com clientes serão por meio de máquinas. E essa será uma das formas de se diferenciar dos concorrentes.

– Existem 2,6 bilhões de smartphones no mundo. E nove vezes mais dados foram gerados somente nos últimos dois anos.

Mas o que isso tudo tem a ver com o Varejo? Bem, antes de mais nada é preciso dizer que dados por si só não exercem nenhuma função estratégica para as corporações se não forem transformados em informações que, por sua vez, gerem conhecimento de negócio e impactem diretamente processos decisórios capazes de criar valor para as organizações. Em um setor altamente dinâmico e competitivo como o Varejo, esse conhecimento – sobre as necessidades do cliente, sobre as operações, sobre a dinâmica dos preços, sobre o volume dos estoques, sobre a eficiência logística e sobre a concorrência, entre muitos outros – pode ser a linha que separa sucesso de fracasso, vencedores de perdedores, crescimento de encerramento das atividades.

Ou seja, é crítico que as empresas de Varejo criem mecanismos para explorar seus dados de modo assertivo, rápido e inteligente. E mecanismo não representa apenas tecnologia, mas também processos e pessoas capacitadas para lidar com essa nova realidade digital.

Como solucionar este desafio? A resposta é arquitetura! Por definição, arquitetura é a arte e técnica de organizar espaços e criar ambientes para abrigar os diversos tipos de atividades humanas. Em termos mais práticos podemos dizer que ela trata destacadamente da organização do espaço e de seus elementos. E o que isso tem a ver com dados, tecnologias, processos e pessoas?

Estabelecer uma arquitetura de dados significa colocar os influenciadores e decisores corporativos em uma plataforma única, em que as decisões se baseiem em análises de fatos e estatísticas atualizadas continuamente e dinamicamente, na velocidade que o ambiente de negócios atual exige, afinal o comportamento dos clientes está mudando a toda hora, os concorrentes estão criando ações continuamente, e por aí vai. Dado que tudo isso é cada vez mais presente que futuro, como se preparar, então?

Organizar
Bem, parte da resposta está no que chamamos de Arquitetura Unificada de Dados, da sigla UDA (Unified Data Architecture – em inglês). Ela nada mais é do que uma forma de organização que procura combinar capacidades de análise por uma infinidade de tipos de dados, encontrando as respostas acionáveis para as perguntas certas, sendo uma ferramenta disponível no tempo certo para as pessoas adequadas.

Imagine um varejista que conseguisse aprender e reagir em tempo real às interações de seus clientes via mídias sociais, que pudesse estabelecer um contato realmente personalizado nos diversos canais de atendimento, que conhecesse os hábitos de consumo de maneira realmente individualizada de cada cliente e pudesse propor ações diferenciadas, não para o grupo de consumidores A ou B, mas especialmente para a Cláudia, a Maria, o João, etc… Imaginou? Pois é esse o grau de maturidade que, os clientes, esperam que as empresas atinjam rapidamente para de fato os engajar e torna-los embaixadores de suas marcas.

Lembre-se: seus clientes, operações e mercado estarão gerando dados ininterruptamente. O que você vai fazer com eles? A onda do e-commerce já passou, o consumidor hiperconectado hoje espera pelo novo “e-“, que deixou de ser “eletronic” e passou a ser “everywhere”. O mundo é omichannel e seu cliente espera o mesmo de você. Bem-vindo à era da arquitetura unificada de dados. Pode apostar: ela será condição para o sucesso dos negócios nesta era digital. Vai ficar de fora?

* senior Business Consultant da Teradata C&LA

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Conheça o novo mouse gamer da Dazz: Black Tiger

A Dazz lança o Mouse Gamer Black Tiger para atender jogadores que desejam garantir os melhores resultados durante as partidas. O lançamento destaca-se por oferecer aceleração 8G, tempo de resposta de 2ms e resolução configurável de até 2.400 dpi. Ele também conta com…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…sensor Avago 3050 e uma pegada considerada Real Ambidestro, oferecendo a mesma ergonomia para destros e canhotos. Outros atrativos são o design ergonômico e impactante e a garantia de 2 anos.

O Mouse Gamer Black Tiger possui conexão USB 2.0, sensor ótico infravermelho 3.5G e é compatível com Windows 7, Vista, XP e Mac OS9.0. O preço sugerido é de R$ 44,90 (valor médio para o consumidor e válido até o final de outubro de 2017).

Ficha Técnica

Mouse Gamer Black Tiger (Código: 624628)

• Conexão USB 2.0

• Sensor ótico infravermelho 3.5G

• Aceleração 8G

• Tempo de resposta 2ms

• Velocidade de resposta 150HZ/s

• Resolução até 2400 DPI

• Velocidade de rastreamento 30”/s

• Compatível com Windows 7/vista/XP e Mac OS9.0

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Serviços de cloud do Google chegam ao Brasil, cobrados em reais

O Google inaugurou na terça-feira, 19 de setembro, seu primeiro centro de dados no Brasil, primeiro também na América do Sul. A empresa quer crescer como provedora de computação na nuvem para clientes que estão migrando a TI tradicional para cloud, um mercado competitivo que conta com Amazon e Microsoft como grandes players e mais algumas marcas de TI como IBM e Oracle avançando a passos largos. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Os serviços do Google Cloud Platform (GCP) serão cobrados em reais, o que deve facilitar os negócios locais tanto para grandes clientes como empresas de porte médio e pequeno que tinham dificuldade em negociar com moeda estrangeira. A empresa afirma que a estrutura inaugurada tem capacidade para diminuir a latência (tempo que os dados levam para trafegar entre um ponto e outro) entre 80% e 95%. Quem comprava cloud do Google dependia da velocidade entre o Brasil e o centro americano na Carolina do Sul.

A estratégia de crescimento não deve ter complicações. O Google já é um dos maiores provedores de cloud para empresas no mundo e em agosto de 2016 tirou vários serviços do Beta (fase de testes) e passou a oferecê-los de forma oficial. A companhia também comprou várias startups nos últimos anos para fortalecer sua estratégia. Além de cloud, a empresa prepara-se para ser um provedor de serviços que envolvam analytics e inteligência artificial nos próximos anos.

Investimentos
O Google não revelou a capacidade do centro de cloud, o que também não tem tanta importância já que ele está conectado com outros 11 ambientes do mesmo tipo espalhados pelo mundo e a tecnologia de hoje permite comutar capacidades para expandir o quanto for necessário.

A empresa investiu cerca de US$ 30 bilhões nos últimos três anos para ser um dos players de cloud no mundo. No Brasil, a empresa afirma que já conquistou clientes para sua nuvem, eles podem ser conferidos no site oficial. Na internet, o Google também preparou uma página com a descrição dos serviços, em português, e alguns tutoriais das ofertas.

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Brasileiros apoiam dispositivos IoT para alerta de emergências, rastreamento de bagagem, meio de pagamento e monitoramento da saúde

Pesquisa global demonstra que os brasileiros estão entre os que mais apoiam o IoT e estão entusiasmados com os benefícios do uso de dispositivos conectados

A pesquisa Unisys Security Index™ 2017 aponta que os brasileiros estão entre aqueles que mais apoiam a Internet das Coisas (Internet of Things, em inglês) para tornar seu dia mais fácil e mais produtivo. Dos mais de 1.000 brasileiros que participaram do estudo, 92% é favorável…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…à implementação de um botão de emergência em celulares e relógios inteligentes (smartwatches, em inglês) para alertar a polícia sobre sua localização em caso de uma emergência. Apenas dois dos 13 países pesquisados registraram um apoio maior a essa aplicação – Colômbia e Filipinas empataram com um percentual de 94%.

Sobre o uso de dispositivos conectados, como sensores utilizados para localizar bagagens nos aeroportos, 88% dos consumidores brasileiros registraram apoio – acima da média global de aceitação, que é de 74%. A Colômbia apresentou uma grande aprovação da iniciativa (91%), a maior entre os países da América Latina, seguida por Brasil (88%), México (86%) e Argentina (81%).

O estudo Unisys Security Index 2017 mostra que existe um interesse na utilização de dispositivos conectados por IoT e aplicativos sem nenhum impacto financeiro. Os apps que têm relação com dinheiro, ou que estão sendo monitorados por terceiros, são vistos com desconfiança. Os entrevistados apresentaram baixa confiança em dispositivos de IoT que utilizam seus dados financeiros e indicaram forte preocupação com o compartilhamento de suas informações privadas, apontando a necessidade de controlar quando e quem pode utilizá-las.

Em âmbito global, 46% desaprovaram a adoção de aplicativos que realizam pagamentos em relógios inteligentes, os chamados smartwatches, e apenas 36% indicaram apoio. No entanto, os brasileiros parecem menos preocupadas com a confidencialidade dos seus dados, apenas 28% deles não apoiam essa utilização.

Em comparação com outros países pesquisados, os brasileiros (51%) são os que mais apoiam o uso de aplicativos de bancos ou empresas de cartão de crédito para efetuar compras utilizando relógios inteligentes. Um número muito menor de consumidores na Nova Zelândia (27%), Países Baixos (22%) e Bélgica (21%) apoiaram essa aplicação da IoT.

O uso de dispositivos portáteis (wearables) pelas seguradoras de saúde para identificar o comportamento do segurado foi o aplicativo IoT mais impopular identificado na pesquisa, apenas 33% dos consumidores apoiam globalmente a iniciativa e 53% reprovam. Entre os países da América Latina, apenas os brasileiros apresentaram um resultado diferente, com 50% de apoio ao uso de dispositivos fitness para envio de dados às seguradoras de plano de saúde.

“As previsões indicam que, em 2020, o mundo terá 50 bilhões de equipamentos conectados, que necessitarão de infraestrutura, políticas públicas e regulamentação, mas, acima de tudo, segurança que garanta a privacidade dos dados. Os brasileiros, porque são favoráveis à implementação de novas tecnologias, têm uma ótima oportunidade para se destacar na evolução da IoT. Mas, para isso, é preciso enfrentar o desafio de abordar riscos de segurança cibernética e preocupações de privacidade”, afirma Leonardo Carissimi, diretor de soluções de segurança da Unisys para América Latina.

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Polícia desarticula fraude em moeda virtual falsa no Brasil

Um esquema de pirâmide em moeda virtual foi desarticulado pela Polícia Civil do Distrito Federal, na manhã desta quinta-feira, 21 de setembro. A operação batizada de Patrik prendeu 13 pessoas em Goiânia e DF que enganavam investidores que pretendiam lucro rápido na onda das bitcoins e demais criptomoedas.

As investigações apontam que o esquema movimentou mais de R$ 250 milhões de 40 mil investidores incautos que acreditaram na existência da Kriptacoin. Mais três empresas que faziam a intermediação são investigadas, entre elas uma chamada Wall Street Corporate e outra chamada Kriptacoin.

Entre os crimes cometidos estão lavagem de dinheiro, organização criminosa, falsificação de documentos e pirâmide financeira. A 1ª Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor (Prodecon), do MPDFT informou que as fraudes foram feitas por meio de laranjas, com nomes e documentos falsos. A desfaçatez era tanta que até nomes de pessoas famosas como cantores e jogadores de futebol foram envolvidos em propagandas para atrair investidores incautos e desinformados.

Moedas e não-moedas
Moedas virtuais, as chamadas criptomoedas, existem e têm gerado interesses diversos tanto por investidores como por empresas. Bancos querem usar o esquema de cadeias de blocos (blockchain) que fazem ela funcionar para inovar seus processos financeiros. Nos últimos anos, pessoas têm movimentado moedas como bitcoin, ethereum e litecoin e mais uma dúzia delas são lançadas todo ano como forma de captar investimento de risco (ofertas iniciais de moedas ICOs, semelhantes aos IPOs de empresas na bolsa de valores).

Como essa novidade não é entendida por muitos, criminosos aproveitam a boa-fé das pessoas para enganar. A Kriptacoin sequer chegou a existir. Recentemente no Peru, um esquema semelhante foi desarmado em outra moeda virtual falsa. Chile e Suiça também desbarataram esquemas de pirâmide de moedas falsas.

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Google próximo de comprar negócio de celulares da HTC

A Alphabet, holding que detém o Google, está próxima de comprar o negócio de celulares da taiwanesa HTC. A possível negociação foi adiantada pela agência noticiosa de negócios Bloomberg, que afirma ter conversado com uma pessoa que participa das conversas entre as empresas. A especulação sobre o negócio vem ocorrendo fortemente desde o começo do mês. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

A compra pode ser mais do que um boato ocasional. As ações da HTC terão negociação suspensa a partir de 21 de setembro, quinta-feira, de acordo com comunicado enviado ao mercado que cita um fato novo e anúncio pendente de aprovação e de grande interesse para acionistas.

O site VentureBeat, especializado em tecnologia, diz ter recebido uma cópia de um memorando interno de convocação do board para uma reunião extra na quinta-feira. Há boatos de que houve um acordo para trocas de ações entre as companhias nas últimas horas.

A HTC tem mantido abertas as portas de negociação para vários setores. O objetivo, conforme executivos têm comumente falado, é trazer investidor ou capital novo para impulsionar a empresa em mercados estratégicos. Entre as unidades que estariam à mesa, está a de realidade virtual que possui o visor Vive, e a de fones de ouvido.

A proximidade entre as duas empresas é grande. A HTC foi a fabricante do primeiro celular do Google, o Dream, e é uma das prováveis manufaturas do novo Pixel 2, a ser anunciado no próximo mês. Os smartphones da marca taiwanesa costumam ganhar elogios e apresentam, em geral, características que agradam aos usuários. Mas a empresa falha constantemente no marketing e os lançamentos parecem nunca alcançar o patamar que merecem.

Dúvidas
Apesar das peças que se juntam na notícia divulgada pela Bloomberg. Há alguma desconfiança sobre o possível negócio. O mercado de celulares, mesmo considerando os poderosos smartphones atuais, anda patinando no mundo inteiro e, excetuando-se Apple e Samsung, há pouca chance de marcas conseguirem grandes lucros nos próximos anos. O segmento caminha para o mesmo destino dos PCs de mesa, que não acabou, mas está sem avanços.

O mercado também não é o mais favorável para agregar-se um negócio de fabricação. No ramo dos celulares, assim como em quase toda tecnologia digital de hoje, está valendo mais manter um fabricante como OEM e gerenciar a marca e o relacionamento com usuários.

Boato ou não, o final dessa história deve ser conhecido amanhã ou, no máximo, até o final da semana, com a HTC divulgando nota oficial ao mercado após sua reunião agendada.

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Volvo revela novo XC40 em loja de design escandinavo em Milão, na Itália

Novo SUV compacto premium completa linha de utilitários esportivos da fabricante sueca e deve chegar ao Brasil no primeiro semestre de 2018

A Volvo Cars está desafiando a forma como os novos veículos são tradicionalmente revelados com o lançamento do XC40, seu novo modelo compacto premium. Ao invés de apresentar o novo utilitário esportivo em um grande salão internacional de automóveis, a Volvo Cars se voltou para a capital mundial da moda, Milão, na Itália para fazer…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…o lançamento do XC40 numa exclusiva loja de design escandinavo, que será inaugurada nesta data no coração da cidade italiana.

O novo espaço contará com 40 das mais interessantes marcas do design escandinavo contemporâneo, incluindo Teenage Engineering, POC, Front, Monica Förster e John Sterner, entre outros.

Cada marca será representada com um item cuidadosamente selecionado, abrangendo desde moda escandinava até design de interiores, acessórios e tecnologia e, é neste contexto, que a Volvo Cars apresentará seu Novo XC40, que será revelado para uma audiência global pela primeira vez. Todos os produtos estarão disponíveis para compra na loja, incluindo o carro.

Sendo o modelo mais expressivo no portfólio da Volvo Cars, o XC40 traz individualidade e diversão ao segmento. O lançamento do modelo reflete o desejo da fabricante sueca de romper as convenções da indústria automobilística.

O espaço 80 Horas em Milão da Volvo Cars abre suas portas para convidados em 21 de setembro, e permanecerá aberto ao público por três dias durante a Semana da Moda de Milão.

Novo XC40 completa gama de SUVs da marca
Com a chegada do Novo XC40 ao seu portfólio, pela primeira vez em sua história a Volvo Cars vai oferecer três novos utilitários esportivos globais voltados ao segmento que cresce mais rapidamente no mercado automotivo. Esse posicionamento prepara a marca para o caminho de um maior crescimento em vendas e rentabilidade.

O novo XC40 é o primeiro modelo a utilizar a nova plataforma modular de veículos compactos da Volvo Cars (Compact Modular Arquitecture). Ela será a base de todos os futuros veículos da série 40, incluindo carros totalmente eletrificados. Co-desenvolvida dentro da Geely, a CMA proporciona à fabricante a economia de escala necessária para esse segmento.

“O XC40 é a nossa primeira entrada no segmento de SUVs compactos, ampliando a oferta da Volvo e movendo-a em uma nova direção”, disse Håkan Samuelsson, presidente e CEO. “Trata-se de um novo modelo inovador, criativo e distintivo da nossa linha de produtos. Por isso, é natural revela-lo aqui em Milão, um hotspot europeu quando o assunto é moda, arte, design e estilo de vida”.

Em termos de inovação, o XC40 traz as premiadas tecnologias de segurança, conectividade e infoentretenimento conhecidas dos veículos da série 90 e 60, tornando-o um dos melhores e mais equipados SUVs compactos do segmento premium. Os recursos de segurança e assistência ao motorista no XC40 incluem, por exemplo, a última geração do City Safety, Cross Traffic Alert com freio automático e câmera 360º que auxilia o condutor em estacionamentos ou áreas estreitas.

O XC40 também oferece uma abordagem radicalmente nova para os porta-objetos. O engenhoso design de interiores oferece espaço de armazenamento mais funcional nas portas e sob os assentos, espaço especial para smartphones (com carregamento indutivo), um gancho para sacolas pequenas e uma lixeira removível no túnel do console central.

Na Europa, o XC40 estará disponível nas motorizações D4 (diesel) e T5 (propulsor Drive-E de quatro cilindros). As versões híbrida e elétrica chegarão depois. O novo SUV compacto também será o primeiro Volvo com o novo motor de 3 cilindros.

A produção do novo XC40 começará em novembro na fábrica de Ghent, na Bélgica, e seu lançamento no Brasil deverá ocorrer no primeiro semestre de 2018.

Inovação digital
Ao mesmo tempo que apresenta o XC40, a Volvo Cars reinventa a forma tradicional de propriedade de automóveis com o novo serviço de assinatura “Care by Volvo”. Disponível primeiramente no novo SUV, faz com que o fato de o motorista ser dono do carro seja tão fácil como ter um telefone.

Uma assinatura mensal de taxa fixa faz parecer que adiantamentos, negociação de preços e diferentes valores locais fiquem no passado. Dependendo da disponibilidade regional, a Care by Volvo também incluirá acesso a uma variedade de serviços de atendimento digital, como abastecimento de combustível, limpeza, serviço de transporte e entrega de comércio eletrônico para o carro. O XC40 com o Care by Volvo está disponível para pedidos online em mercados específicos. Ainda não há previsão de ser oferecido aqui no Brasil.

Os proprietários do XC40 também serão os primeiros clientes da Volvo que poderão compartilhar seu carro com amigos e familiares via aplicativo do Volvo on Call, por meio de uma nova tecnologia de chave digital. O compartilhamento de automóveis será padrão para os clientes do Care by Volvo.

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Esqueça os empregos em fábricas do futuro, diz CEO do Alibaba

O fundador e chairman do Alibaba, uma das maiores empresas de tecnologia do mundo e de origem chinesa, fez duro discurso ontem, 20 de setembro, durante o Bloomberg Global Business Forum, em Nova York. “Nos últimos 200 anos, os empregos estavam nas fábricas. Mas hoje – por causa da inteligência artificial e robôs – elas não são mais o principal motor de criação de empregos”, disse. De acordo com a visão do executivo, as vagas estarão no setor de serviços.

Os poderosos da tecnologia costumam fazer previsões. Muitas delas falham pela própria evolução da tecnologia, outras se mostram verdadeiras anos adiante. Recentemente, o fundador e CEO da Tesla, Elon Musk, também arriscou um futurismo sobre a 3a. Guerra Mundial. Coincidentemene havia receio da inteligência artificial (IA) nele.

Jack Ma foi tão catastrófico, ele mostra receio sobre o futuro do emprego mas também aponta otimismo. “A inteligência artificial eliminará empregos, mas criará muitos outros”. E em uma frase mais alentadora, disse que “os seres-humanos precisam ter autoconfiança (…) nós temos sabedoria, as máquinas não têm sabedoria”.

E Ma sabe do que está falando. A China será uma das potências robóticas do futuro, segundo várias projeções de mercado. A visão do chefe do Alibaba confere também com recentes estudos sobre a eliminação do trabalho por máquinas inteligentes. Um relatório da consultoria PWC focado na Grã-Bretanha mostra que 30% dos empregos estão em sério risco com a chegada de robôs e IA. E algumas empresas já vivem essa realidade. Os armazéns da Amazon contam com 45 mil robôs e há um vídeo impressionante sobre eles em suas rotinas diárias.

Revoluções
Apesar de se mostrar um entusiasta em quase todo o discurso, Ma deixou escorregar grande preocupação no final. “Estou otimista – positivo – para o futuro da tecnologia”, disse ele. “Mas também temos que ser muito, muito cuidadosos. A primeira revolução tecnológica causou a Primeira Guerra Mundial. Segunda revolução tecnológica causou a Segunda Guerra Mundial. Agora estamos na terceira revolução tecnológica. A III Guerra Mundial deveria ser contra a pobreza, doenças e poluições ambientais ”.

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Realidade Virtual deve gerar USD 150 Bi até 2020

Durante o evento Autodesk University Brasil (AU Brasil), realizado nesta semana, em São Paulo, foram demonstradas diversas aplicações da realidade virtual que irão impactar o mercado brasileiro nos próximos anos. A VZ Lab, braço de produção de conteúdo de realidade virtual e aumentada da produtora Vetor Zero, demonstrou alguns de seus projetos como o importante e premiado caso da aplicação desta tecnologia para distrair crianças durante vacinação, no laboratório Hermes Pardini. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Para Eliza Flores, fundadora do VZ Lab, há um enorme potencial global para este mercado, que deverá gerar 150 bilhões de dólares até 2020, de acordo com a consultoria DigiCapital. O VZ Lab hoje atende a projetos globais desde o Brasil, combinando o conhecimento de animação digital que o pioneirismo da Vetor Zero domina há décadas. A produtora é usuária de ferramentas Autodesk em quase todos os seus projetos.

Eliza também destacou outras evidências deste mercado no panorama global. De acordo com a executiva já existem mais de 1400 startups, no mundo, focadas em produção de conteúdo de realidade virtual e aumentada. Além disso, no ano passado foram vendidos 89 milhões de óculos para realidade virtual, a maioria para ser usado com smartphones. Em 2025, esse número deverá chegar a 500 milhões.

“Entendemos que o futuro do conteúdo digital está na adoção de interfaces imersivas nos próximos 5 a 10 anos. Várias indústrias já estão adotando a realidade virtual e aumentada como ferramentas. Por exemplo: marketing e comunicação, varejo, engenharia e educação”, conclui Eliza.

Para Rodrigo Assaf, especialista técnico da área de Mídia e Entretenimento da Autodesk, conteúdo imersivo é um caminho sem volta uma vez que cada vez mais as pessoas anseiam por experiências para tomar uma decisão de compra ou adquirir conhecimento, por exemplo.

Sylvio Mode, diretor da Autodesk Brasil, que fez o discurso de abertura do evento, informou que a empresa cresceu 30% no Brasil, em 2017, em comparação com o ano passado. “Além do nosso crescimento, vimos também que nossos clientes cresceram”. Ele atribui que boa parte deste resultado vem da troca do modelo de vendas para o de assinatura. O diretor também enfatizou que a Autodesk dá acesso gratuito às suas soluções para mais de 680 mil educadores em todo o mundo.

Segundo ele, os números globais de 2017 também foram bastante positivos, o faturamento global da empresa foi de U$ 2,1 bi. Completado pouco mais de um ano do novo modelo de assinatura, a empresa conta com uma carteira de mais de 3 milhões de assinaturas, com índice de renovação alto. Ele destacou que o Brasil tem um grande potencial de crescimento e a empresa continua apostando neste mercado.

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Google compra divisão de celulares da HTC por US$ 1,1 bi

O Google oficializou, no final desta quarta-feira, 20 de setembro, a compra da divisão de celulares da HTC, conforme as especulações que vinham tomando conta do mercado. Por US4 1,1 bilhão, parte do time da taiwanesa HTC será integrada ao negócio de smartphones da titã de tecnologia e internet.

O acordo era esperado. As ações da HTC estavam paralisadas na Bolsa de Valores de Taiwan, esperando um comunicado oficial e havia uma reunião marcada no board da empresa para definir o futuro da divisão de celulares. O executivo de hardware do Google, Rick Osterloh, disse em um comunicado: “estes futuros colegas Googlers são pessoas incríveis com as quais já trabalhamos com dedicação na linha de smartphones Pixel”, acrescentando que o acordo inclui uma licença não exclusiva para a propriedade intelectual da HTC.

Não é a primeira tentativa do Google entrar no modelo de software-hardware próprios de smartphones, uma estratégia consagrada pela Apple. A companhia havia comprado a Motorola, em 2011, por US$ 12,5 bilhões. Na época, a estratégia foi considerada essencial para deslanchar os planos de ser uma concorrente de igual para igual com a Apple. Mas, apenas três anos depois, a Motorola foi repassada para a Lenovo por US$ 2,91 bilhões.

Por isso, a nova tentativa é vista com desconfiança. Não está claro o que vai ocorrer com a compra. É bem verdade que os smartphones da HTC estão mais encaixados com a demanda atual do que os da Motorola estavam na época. Os features da marca agradam os usuários e os designers e engenheiros mostram que entendem do que fazem.

IoT
O mundo da internet das coisas (IoT) também está mais desenvolvido e o fruto dessa união deve ir além dos smartphones. Em 2016, o Google contratou o ex-diretor de operações da Motorola, para torná-lo o chefe total de hardware. Pouco tempo depois, o smartphone Pixel saiu. O aparelho é todo construído com ideias diretas do Google. Logo em seguida, vieram o dispositivo de realidade virtual Daydream e o assistente de casa inteligente Google Home.

A empresa também dá passos concretos para entrar no mundo dos chips. No começo de 2017 contratou Manu Gulati, que era designer-chefe de chips na Apple. Esse segmento, no mobile, mudou no decorrer dos anos e tem domínio de quem usa a arquitetura ARM. Possui marcas como Samsung, Qualcomm e Huawei, além de mais algumas, cada uma com características próprias. Um chip Google garantiria o aprimoramento de funções exclusivas.

Está claro que a empresa quer dominar os chips, o sistema operacional e os aparelhos para com isso fechar o círculo que já possui nas buscas e serviços baseados na internet. Desta trinca planejada, somente o hardware vinha tropeçando. A HTC é mais uma tentativa de reestabelecer o direcionamento dessa estratégia.

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